

O tempo, no interior, corre no compasso da boiada. É sob o sol do cerrado e o chão de poeira que cresce Pedrinho, um menino de olhos de canela e imaginação livre, cujas traquinagens testam a paciência e transbordam o coração de seu avô, Seu Tonico. Entre pés de seriguela, banhos de rio, o luto e as miudezas da vida na currutela, avô e neto tecem um laço feito de silêncios compartilhados, preces e
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