
Vitor Lançoni escreve como quem encontra um bilhete antigo no bolso e decide que é hora de finalmente ler.
Seus textos têm a franqueza de quem sabe rir do próprio caos e a ternura de quem aprendeu que algumas dores só passam quando a gente deixa elas sentarem no sofá por uns minutos.
Entre memórias desalinhadas, epifanias que surgem no banho e pensamentos que parecem ter escapado de uma terapia coletiva, ele constrói um território íntimo, onde vulnerabilidade não é fraqueza — é método.
Vitor mistura humor e ferida, poesia e manual de sobrevivência emocional, e acaba criando algo raro: um convite leve para atravessar assuntos pesados sem desmoronar no processo.
Ler seus textos é como abrir uma gaveta e encontrar não só o que você perdeu, mas o que você nem sabia que ainda tinha.

UMA COLETÂNEA ILUSTRADA DE CONTOS EPIFÂNICOS. O Armário Onde Guardei Minhas Partes Quebradas é um inventário de delicadezas quebradas. Um lugar onde lembranças estalam, sentimentos pedem espaço e o silêncio aprende a falar. Entre contos, poemas e fragmentos emocionais, cada texto funciona como uma gaveta aberta: revela o que sobrou, o que falta, o que ainda pulsa — e o que já deveria ter ido embo
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