Eu escrevo porque alguns mundos simplesmente se recusam a ficar em silêncio.
Seraphina nasceu assim — não como uma ideia isolada, mas como um impulso de explorar personagens que enfrentam escolhas difíceis, onde o certo e o errado deixam de ser absolutos e passam a ter consequências.
Sempre fui movido por histórias que colocam o peso das decisões no centro da jornada. Não me interessam heróis perfeitos, mas aqueles que precisam lidar com dúvidas, perdas e o impacto real de suas escolhas.
Ao longo da criação deste universo, fui além da narrativa: desenvolvi culturas, conflitos, sistemas de poder e uma lógica própria para um mundo que respira e reage.
Escrever, para mim, é isso — construir algo que não apenas conte uma história, mas que exista.
Se você chegou até aqui, então já faz parte disso.