
Meu ponto de vista sobre mim não é algo fascinante, então digo nas palavras de um grande amigo.
“Se eu tivesse que descrever a Tata como escritora, eu diria que ela escreve com o coração na ponta dos dedos. Ela tem uma forma muito particular de transformar sentimentos em palavras, fazendo com que o leitor não apenas acompanhe uma história, mas a viva junto com os personagens. Os textos dela são cheios de emoção, detalhes e profundidade, e sempre conseguem fazer a gente sentir alguma coisa — seja alegria, saudade, angústia ou esperança. O que mais admiro é que ela não cria apenas personagens; ela cria pessoas que parecem reais, com medos, sonhos e cicatrizes. Ler algo escrito por ela é como abrir uma janela para um mundo onde cada sentimento importa.”

Testemunhar o sequestro de seu melhor amigo diante dos próprios olhos foi o momento que destruiu a infância de Elisa Bartínole. Décadas depois, incapaz de apagar aquela lembrança, ela decide reabrir o caso do desaparecimento de Pequeno Liam — o amigo e primeiro amor que sumiu há 19 anos. Sua busca, porém, custa caro: Elisa perde o emprego e é proibida de mencionar o assunto novamente. Mesmo assim,
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