
Baiana, nascida em 92, formada em jornalismo e uma sonhadora com pés no chão, olhos na tela e mãos em livros. Sua primeira obra publicada foi em uma coletânea: A Mansão Roosevelt, 2024; Em 2025 lançou O Meu Nome é LEGIÃO. Em 2026 se tornou editora da Revista Independente te vejo nas entrelinhas.
Gosta mais de escrever fantasia com toques de aventura, ação, um pouco de humor e suspense. É fã do brasileiro Machado de Assis e do espanhol Carlos Ruiz Zafón.
"De alguma maneira, sinto que as histórias são em parte sussurradas a mim e em parte arrancadas de dentro do meu peito e da minha mente. É estranho; mas é como poder encontrar velhos amigos, daqueles que se pode confiar a vida".
Em cada página, tem muito de sua própria alma, e agora, terá da sua também, caro leitor e leitora.

No Dia Mundial da Paz, a Legião concluiu sua missão: o mundo como os humanos conheciam desapareceu. A Folha de São Paulo noticiaria: “Com integrantes fantasmas, grupo rebelde explode a Terra”, caso fosse possível. A Legião é um grupo de homens e mulheres sem número, rostos ou endereços: “somos muitos” No Brasil, seu expoente improvável é o capitão da Força Aérea Brasileira Jonas, que um dia desejo
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E finalmente saiu nossa primeiríssima edição do que era apenas um modesto A4, agora, em muitas páginas: nossa Revista Independente te vejo nas entrelinhas! Não teremos delongas, esta edição comporta um grande arsenal de autores brasileiros [e um convidado estrangeiro] espalhados pelo Brasil que têm na Arte um conforto, uma fuga, sua fonte de inspiração para viver os dias sérios e cheios de horário
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Desta vez resolvemos abordar o mundo da Cultura Popular. Nosso país, forjado entre sangue, suor, trocas e vendas de muitas riquezas materiais, não poderia estar livre de um caldeirão de culturas misturadas. A partir das novas culturas que foram chegando ao que um dia foi Pindorama, hoje temos uma variedade de proporção continental, não apenas em tamanho geométrico, mas em abundância: daquelas que
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