

Em O Amor que Odeio , Rodrigo convida o leitor a entrar num dos territórios mais desconfortáveis da dependência: a ambivalência. Aqui, o uso de drogas não aparece apenas como destruição, mas também como desejo, alívio, prazer, repetição e conflito. Ao longo do livro, a pergunta central permanece: como alguém pode querer justamente aquilo que também a faz sofrer? Sem romantizar o consumo e sem rec
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