
Parece estranho imaginar que beleza tenha alguma relação com escrita. Talvez escrever venha justamente do contrário: de observar, escutar e carregar um monte de coisas por dentro.
Enfim, escrevi meu primeiro livro fascinado pelas histórias incríveis que andei escutando por aí. Histórias esquecidas, estranhas, bonitas e, às vezes, assustadoras. Talvez, no fundo, escrever seja apenas isso: encontrar algo que estava perdido e fazer com que alguém consiga enxergar de novo.

Quando Assis e Juca decidem explorar os mistérios de uma velha escola, não poderiam imaginar que estavam entrando em um território onde o passado ainda vive — e lamenta. Entre corredores sombrios, ecos e sombras que espreitam, os dois amigos se veem diante de horrores que desafiam a razão. Enquanto a busca por respostas os leva cada vez mais fundo, Júlio, o irmão mais velho de Juca, percebe que a
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