
Rodolfo Francisco Soares Nunes é doutorando em Políticas Públicas e mestre em Desenvolvimento Socioeconômico pela Universidade Federal do Maranhão. É graduado em Ciências Econômicas pela UFMA e em Ciências Contábeis pela Faculdade Atenas Maranhense, com registro CRC/MA 11384/O, além de graduando em Relações Internacionais. Possui formação complementar em Contabilidade e Planejamento Tributário, auditoria, contabilidade internacional, logística internacional, terceiro setor, projetos sociais e práticas pedagógicas.
Atualmente, é professor substituto no Departamento de Direito, Economia e Contabilidade da Universidade Estadual do Maranhão e docente dos cursos de Ciências Contábeis e Administração da Faculdade Anhanguera São Luís. Foi professor substituto do Departamento de Economia da UFMA, professor e coordenador do curso de Ciências Contábeis da Faculdade do Baixo Parnaíba. É professor orientador da Liga de Estudos Críticos em Economia Política Internacional, vinculada ao curso de Relações Internacionais da UEMA.
Integra o Grupo de Avaliação e Estudo da Pobreza e de Políticas Direcionadas à Pobreza e o Grupo de Pesquisa em Economia, Inovação e Meio Ambiente, atuando na linha de Economia Política, Inovação e Meio Ambiente. Suas pesquisas concentram-se em economia política, desenvolvimento, mundialização do capital, economia digital, economia de plataformas, tributação internacional, regulação da informação como mercadoria e divisão internacional do trabalho. Foi bolsista PIBIC/FAPEMA, bolsista CAPES no mestrado e atualmente é bolsista CAPES PROEX no doutorado.

Bitcoin, Ethereum, NFTs, Drex. Em poucos anos, as criptomoedas saíram das margens da internet e entraram no noticiário, nos portfólios de investimento e no discurso de quem promete uma alternativa ao sistema financeiro tradicional. Mas o que são, afinal? Uma revolução monetária, uma bolha especulativa ou as duas coisas ao mesmo tempo? Este volume examina as criptomoedas sem entusiasmo nem pânico.
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Desde 2009, a China é o principal parceiro comercial do Brasil. Compra nossa soja, nosso minério de ferro, nosso petróleo. Vende manufaturados, eletrônicos, plataformas digitais. Os números impressionam. Mas o que essa relação significa, de fato, para o desenvolvimento brasileiro? Este volume examina a relação Brasil-China sem o entusiasmo das manchetes nem o pânico do discurso antichiês. Reconstr
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A formação do pesquisador em economia no Brasil tende a privilegiar as técnicas em detrimento dos métodos, os instrumentos em detrimento das perguntas. Este livro foi escrito para corrigir esse desequilíbrio. Organizado em duas partes e treze capítulos, o livro distingue, desde o início, quatro planos do trabalho científico que o vocabulário corrente da academia frequentemente confunde: a técnica
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Inflação é o aumento persistente e generalizado dos preços de uma economia. As duas palavras importam. Persistente: um choque isolado, a geada que encarece o café por dois meses, não é inflação; inflação é o movimento que continua. Generalizado: não é o preço de um produto subindo, é o conjunto dos preços em elevação, o que equivale a dizer que o dinheiro está perdendo poder de compra. A inflação
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O PIB é o número mais citado da economia mundial, mas poucos sabem o que ele realmente calcula, e menos ainda sabem o que ele escolhe ignorar. Este volume da série Economia em Foco parte de uma pergunta simples com resposta perturbadora: se o PIB cresce após um desastre ambiental ou uma guerra, ele está medindo riqueza ou destruição? A resposta está na história. As Contas Nacionais não nasceram de
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O livro percorre a história da banca moderna, dos ourives medievais às megainstituições financeiras globais, explicando a diferença entre banco comercial e banco central, o papel da reserva fracionária e como o crédito alimenta ciclos de expansão e colapso. O debate teórico inclui a teoria da intermediação (o "mito do banco como guardião de poupanças"), a teoria da criação de moeda confirmada pelo
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O livro reconstrói a história da diplomacia e discute suas principais teorias, apresentando a diplomacia não como técnica neutra, mas como campo de disputa estruturado por poder material, ideológico e informacional. Começa com as formas pré‑modernas e a consolidação da ordem estatal moderna (Westfália, Congresso de Viena, Era dos Impérios), passa pelas transformações do século XX (Guerras Mundiais
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Analisar a conjuntura não é apenas acompanhar indicadores, repetir manchetes ou comentar dados recém-divulgados. É compreender o presente como expressão de processos mais profundos, nos quais economia, política, classes sociais, Estado, mercado, trabalho e disputas de poder se articulam. Este livro apresenta a análise de conjuntura como método de leitura crítica da realidade, combinando fundamento
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Dívida pública é o assunto que produz manchetes histéricas, cortes reais em saúde e educação, editoriais alarmados e, no meio de tudo isso, um silêncio ensurdecedor sobre quem, afinal, ganha dinheiro com ela. O objetivo deste volume é simples: dar ao leitor os instrumentos para atravessar o barulho e fazer, diante do noticiário, a pergunta que ele foi ensinado a não fazer.Dívida pública é o conjun
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O livro parte de uma instituição aparentemente simples – o salário‑mínimo – para revelar sua potência explosiva na economia política contemporânea. Ao transformar em número o limite inferior aceitável da remuneração da força de trabalho, o salário‑mínimo confronta diretamente a narrativa de que os salários seriam mero resultado “natural” da concorrência. Fixar um piso legal é, antes de tudo, um at
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Livre comércio é apresentado como uma lei natural da economia: abrir mercados gera eficiência, crescimento e benefício mútuo. Mas a história do comércio internacional conta outra história. As potências que hoje pregam abertura comercial irrestrita construíram sua industrialização atrás de tarifas protecionistas robustas, e só endossaram o livre comércio depois de vencer a corrida. Este volume da s
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O terceiro setor resolve problemas que o Estado não consegue, ou é o pretexto para o Estado se retirar de onde deveria estar? A solidariedade organizada liberta ou despolitiza? Este volume da série Economia em Foco parte dessas perguntas para sustentar uma tese: o terceiro setor não é uma alternativa neutra ao Estado nem ao mercado, é um campo de disputa em que convivem iniciativas genuinamente so
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A escola austríaca consolidou sua identidade em oposição ao historicismo, ao positivismo, à econometria e aos modelos de equilíbrio. Para seus autores, a economia trata de ação intencional, conhecimento disperso e processos que não podem ser reproduzidos como experimentos controlados. Essa posição contém críticas importantes à pretensão de transformar a vida social em mecanismo previsível. Contudo
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Este volume introduz Karel Kosík por meio do problema que atravessa sua obra: como compreender uma realidade que se apresenta como evidente enquanto encobre as relações históricas que a produzem? A resposta começa pela crítica da pseudoconcreticidade, universo em que fenômenos reais aparecem isolados de suas mediações e adquirem a aparência de coisas naturais. O livro reconstrói a distinção dialét
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Impostos, gastos públicos, taxa de juros e câmbio costumam aparecer no debate público como componentes de uma engenharia técnica cuja finalidade seria manter inflação baixa, contas equilibradas e crescimento estável. Essa representação esconde uma dimensão decisiva: toda política econômica distribui custos e benefícios. A elevação dos juros controla determinados preços, mas também encarece o crédi
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Este caderno trata Krupskaia como sujeito teórico e político por direito próprio, não como nota biográfica subordinada a Lênin. Reconstrói sua formação em São Petersburgo e o ensino operário na escola dominical de Nevskaia Zastava, anterior ao encontro com Lênin, e seu trabalho organizativo no jornal Iskra. Sistematiza Educação popular e democracia, obra de 1915 que investiga como diferentes siste
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Hegemonia é uma das palavras mais usadas e menos precisas do vocabulário político contemporâneo, empregada com frequência como sinônimo de dominação pura ou de simples manipulação ideológica. Este volume da série Tópicos de Economia Política Internacional parte de uma pergunta simples: como uma classe, um Estado ou um bloco de poder consegue governar não apenas pela coerção, mas pelo consentimento
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Contabilidade Introdutória: fundamentos para administração, economia e relações internacionais é uma obra didática destinada à apresentação dos princípios, conceitos e procedimentos fundamentais da contabilidade para estudantes cuja formação não se concentra prioritariamente no exercício profissional contábil, mas que necessitam compreender a produção, a organização e a interpretação das informaçõ
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O poder mais decisivo nas relações internacionais nem sempre é o poder relacional de um Estado sobre outro em uma barganha específica: é, com frequência, o poder estrutural de definir as estruturas dentro das quais todos os demais atores precisam operar. Por que Estados aparentemente menos poderosos em termos militares ou de produto interno bruto conseguem, ainda assim, definir as regras do jogo e
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Em uma esquina de bairro antigo, entre calçadas largas, portas de metal de enrolar e conversas que começam pequenas antes de virar teoria geral da vida, existe o Litro & Letra: restaurante, café, bar, biblioteca torta e abrigo informal de gente comum. Seu Júlio, batizado Ulianov por causa de uma esperança política herdada da mãe lavadeira, comanda o lugar com poucas palavras, muita desconfiança e
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Transições hegemônicas não são apenas mudanças na liderança militar ou econômica: são reconfigurações completas das regras, instituições e ciclos de acumulação que organizam a economia mundial. Este volume da série Tópicos de Economia Política Internacional parte de uma pergunta central: a disputa entre Estados Unidos e China anuncia uma transição hegemônica como as que já ocorreram na história do
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Em Geopolítica familiar: entre bulas, conspirações e conflitos verborrágicos, Rodolfo Francisco Soares Nunes transforma o cotidiano doméstico em campo de batalha, consultório improvisado, tribunal moral e sala de crise diplomática. Os contos reunidos neste livro acompanham famílias que brigam por heranças miúdas, senhas de gavetas, grupos de WhatsApp, fotos de aniversário, copos de requeijão, exa
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No Emporium Tend Tudo, o querosene fica ao lado do açúcar, o veneno para rato divide prateleira com o pão e o sistema cai sempre que a fila decide criar consciência política. A regra da casa é uma só: do veneno ao pão, basta não confundir a mão. Seu Aírton abriu o Emporium há trinta anos e nunca faltou um dia — até o dia em que faltou. Dinha comanda o fiado num caderno que o bairro teme mais que o
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Em Semestre Letivo, a universidade aparece menos como templo do saber e mais como aquilo que ela também é: um conjunto de salas, corredores, sistemas, prazos, reuniões, formulários, gambiarras e pessoas tentando manter alguma dignidade entre uma aula e outra. Os contos acompanham professores, alunos, técnicos, funcionárias da secretaria, monitores, estagiários, formandos e veteranos em situações
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Esta obra resulta da adaptação e ampliação da dissertação de mestrado defendida em 2020 no Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Socioeconômico, sob orientação da Professora Maria de Fátima Silva do Carmo Previdelli, intitulada As Relações Comerciais entre o Brasil e a Zona do Euro, de 2001-2016: uma análise da complexidade econômica. No trabalho original, examinavam-se as relações comercia
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A integração regional e as organizações internacionais costumam ser ensinadas como assuntos distintos. Este livro parte da tese oposta: blocos regionais e organizações internacionais são formas institucionais de ocupação e disputa do espaço global. Ao organizar comércio, moeda, segurança e informação, essas instituições distribuem posições, votos, mandatos e capacidades de definir agendas e normas
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A sociedade capitalista transforma relações entre pessoas em relações aparentes entre coisas. György Lukács chamou esse processo de reificação e mostrou que ele alcança o trabalho, o direito, a burocracia e as formas de consciência. Este volume percorre História e consciência de classe, suas autocríticas e a posterior Ontologia do ser social. Apresenta totalidade, trabalho, teleologia, objetivação
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Este volume introduz Nicos Poulantzas pela questão que organizou sua trajetória: como teorizar a especificidade do Estado capitalista sem reduzi-lo a uma ferramenta nas mãos da burguesia nem transformá-lo em sujeito autônomo? O livro apresenta autonomia relativa, bloco no poder, hegemonia entre frações de classe e papel organizador do Estado. Examina a materialidade dos aparelhos e mostra que conf
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Cadeia global de valor é uma das expressões mais repetidas da economia internacional, presente em relatórios de organismos multilaterais e em discursos empresariais, com frequência sem que se explicite a que tradição teórica pertence. Este volume da série Tópicos de Economia Política Internacional sistematiza essa genealogia, já mobilizada de forma instrumental em obras anteriores do autor sobre c
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Uma montadora de automóveis que lucra mais com sua divisão de crédito ao consumidor do que com a venda de carros. Uma empresa de tecnologia que gasta mais em recompra das próprias ações do que em pesquisa e desenvolvimento. Um trabalhador que dedica parcela crescente de sua renda a juros de cartão de crédito, financiamento imobiliário e crédito consignado. Este volume da série Tópicos de Economia
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Este volume examina o desenvolvimento como conceito econômico, projeto político e processo histórico. Seu argumento central é que desenvolver não significa apenas ampliar a produção, mas transformar a estrutura produtiva, expandir capacidades sociais, reduzir desigualdades, fortalecer a soberania política e compatibilizar necessidades humanas com os limites materiais do planeta. O percurso reconst
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O capitalismo não permanece dentro de suas fronteiras. Ele incorpora territórios, dissolve formas sociais, militariza disputas e transforma novas dimensões da vida em espaços de acumulação. Rosa Luxemburgo analisou esse movimento articulando economia política e estratégia revolucionária. Este volume percorre Reforma ou revolução, a greve de massas e A acumulação do capital. Explica sua interpretaç
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Este caderno trata Harnecker como autora de contribuição pedagógica e estratégica de mérito específico, não como produção menor por sua vocação didática. Reconstrói sua formação em psicologia e sociologia no Chile e os seminários que cursou diretamente com Louis Althusser em Paris entre 1963 e 1969, formação que orientaria a redação de Os conceitos elementares do materialismo histórico, obra que s
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O livro reconstrói o materialismo histórico-dialético em dupla frente. Na primeira, percorre a gênese do método na crítica a Hegel e Feuerbach, as premissas do materialismo histórico (produção social da vida, forças produtivas, relações de produção, luta de classes), o sistema das categorias centrais (totalidade, contradição, mediação, abstração determinada, historicidade), o percurso do concreto
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Sanções econômicas são frequentemente apresentadas como uma alternativa pacífica à guerra. Contudo, seus efeitos revelam que o comércio, as finanças, a moeda, a tecnologia e o acesso a recursos estratégicos também podem ser convertidos em instrumentos de coerção internacional. Este livro examina as sanções econômicas como expressão das assimetrias de poder que estruturam a economia mundial. Em lin
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PREVIDÊNCIA BRASILEIRA: DIREITO SOCIAL, PACTO ENTRE GERAÇÕES OU PROBLEMA FISCAL? examina a formação histórica, a estrutura institucional e os principais conflitos que atravessam o sistema previdenciário brasileiro. Em vez de tratar a previdência apenas como mecanismo de proteção social ou como componente das despesas públicas, o livro parte da tensão entre essas duas leituras: de um lado, a previd
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INTEGRAÇÃO REGIONAL: AS VELHAS TEORIAS AINDA EXPLICAM AS NOVAS INSTITUIÇÕES? examina um dos problemas centrais dos estudos de integração e regionalismo: até que ponto teorias construídas principalmente a partir da experiência europeia do pós-guerra conseguem explicar instituições, coalizões e formas de cooperação que operam segundo lógicas distintas no século XXI. O livro revisita funcionalismo, n
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Neoliberalismo: o que é, de onde veio, onde está agora apresenta uma introdução crítica, acessível e conceitualmente rigorosa a uma das principais formas de organização econômica e política do mundo contemporâneo. Em vez de definir o neoliberalismo como simples defesa do mercado ou redução do Estado, Rodolfo Francisco Soares Nunes o examina como projeto intelectual, programa político, configuração
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ECONOMIA DE SERVIÇOS: SETOR QUE VIROU TUDO (E O TRABALHO QUE NINGUÉM VÊ)? questiona duas interpretações recorrentes: a de que os serviços seriam atividades improdutivas que apenas acompanham a indústria e a de que seu crescimento demonstraria a chegada de uma sociedade pós-industrial. O livro mostra que logística, finanças, pesquisa, comunicação, saúde, educação, cuidados e plataformas possuem est
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A teoria da dependência permanece central para compreender a inserção da América Latina no capitalismo mundial, mas seu uso contemporâneo oscila entre o rótulo genérico, a repetição de autores e explicações que separam artificialmente determinações externas e estruturas internas. Este volume reconstrói a gênese do campo em diálogo com as teorias do imperialismo, do subdesenvolvimento e do estrutur
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Este volume da série Economia em Foco analisa microfinanças, crédito e inclusão financeira para além da simples bancarização. O livro explica microcrédito, tecnologias creditícias, grupos solidários, custos, risco, instituições, fintechs, pagamentos digitais, scoring, proteção do consumidor e superendividamento. Ao combinar evidências de impacto, experiência brasileira e crítica da financeirização
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O Dicionário de Economia Política Internacional reúne conceitos, autores, escolas, instituições e processos indispensáveis à compreensão das relações entre poder, produção, comércio, finanças, desenvolvimento, tecnologia e geopolítica na economia mundial. Organizado como obra de consulta e formação, o volume articula definições conceituais, contextualização histórica e controvérsias teóricas, apro
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Susan Strange ocupa uma posição singular na formação da Economia Política Internacional. Ao formular o conceito de poder estrutural, deslocou a análise do poder para a capacidade de moldar as estruturas dentro das quais Estados, empresas e sociedades tomam decisões. O livro reconstrói essa contribuição por meio das estruturas de segurança, produção, finanças e conhecimento, discutindo a relação en
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Geopolítica crítica: clássicos, capital e poder estrutural oferece uma reconstrução seletiva dos fundamentos da geopolítica e propõe sua leitura a partir das determinações materiais que organizam o espaço mundial. Em vez de tratar território, fronteira, posição e recursos como dados naturais, a obra os compreende como relações historicamente produzidas, atravessadas pela expansão do capital, pela
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Ellen Meiksins Wood ocupa uma posição singular no marxismo contemporâneo. Sua obra combina investigação histórica, teoria política e crítica do capitalismo para responder a uma questão fundamental: o que torna o capitalismo uma formação social historicamente específica? Este livro reconstrói sua trajetória intelectual e apresenta o marxismo político como programa de investigação centrado nas relaç
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Do Tema ao Problema e Além apresenta a metodologia científica como percurso de construção do conhecimento nas Ciências Sociais Aplicadas. A obra parte de uma dificuldade recorrente: muitos trabalhos começam com temas amplos, objetivos genéricos e técnicas escolhidas antes que exista um problema de pesquisa propriamente formulado. O livro reorganiza essa sequência.
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Samir Amin dedicou sua obra a explicar por que a expansão capitalista mundial produz polarização persistente. Este volume reconstrói acumulação em escala mundial, formação do centro e da periferia, troca desigual e valor mundializado. Mostra como economias periféricas são orientadas para necessidades externas e como a integração subordinada limita projetos nacionais de desenvolvimento. A crítica d
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Como Pesquisar o Mundo discute a pesquisa em Relações Internacionais como processo de construção do objeto e do problema científico. Em vez de apresentar metodologia como catálogo de técnicas, a obra começa pelas decisões ontológicas e epistemológicas que sustentam qualquer investigação: o que existe no mundo social, o que pode ser conhecido, como conceitos recortam fenômenos e de que modo teoria,
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Este volume da série Economia em Foco apresenta as principais teorias da integração regional e mostra que integrar economias e instituições é também disputar regras, competências e posições de poder. O livro percorre as abordagens clássicas da integração econômica, o neofuncionalismo, o intergovernamentalismo, o institucionalismo, o construtivismo, a governança multinível, o novo regionalismo e pe
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Este volume da série Economia em Foco apresenta as principais teorias das organizações internacionais e examina como instituições multilaterais adquirem autoridade, autonomia e capacidade de produzir efeitos sobre Estados e sociedades. O livro parte da cooperação sob anarquia, percorre institucionalismo, regimes internacionais, principal-agente, burocracias, construtivismo, legitimidade e abordage
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O combinado não sai caro (quando funciona): em contos e descontos reúne histórias em que o fracasso afetivo raramente pode ser explicado por azar, dedo podre ou pela existência de um vilão inequívoco. Os personagens são, em geral, pessoas razoáveis, interessadas e até sinceramente empenhadas em fazer uma relação funcionar. O problema aparece na combinação: qualidades individuais, expectativas, háb
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Em uma esquina de bairro antigo, entre calçadas largas, portas de metal de enrolar e conversas que começam pequenas antes de virar teoria geral da vida, existe o Litro & Letra: restaurante, café, bar, biblioteca torta e abrigo informal de gente comum. Seu Júlio, batizado Ulianov por causa de uma esperança política herdada da mãe lavadeira, comanda o lugar com poucas palavras, muita desconfiança e
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Emporium Tend Tudo: do veneno ao pão, basta não confundir a mão é uma coletânea de contos ambientada em torno de um pequeno comércio de bairro cuja lógica é simples: vender o que for necessário e resolver o que aparecer. Mais do que cenário, o Emporium funciona como uma microinstituição. O balcão separa e aproxima pessoas; o caderno de fiado registra relações de confiança com mais precisão do que
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Ernst Bloch elaborou uma das mais singulares filosofias marxistas do século XX ao perguntar não apenas pelo que o mundo é, mas pelo que nele ainda pode vir a ser. Este volume apresenta a arquitetura conceitual de O princípio esperança, reconstruindo categorias como ainda-não-consciente, ainda-não-ser, novum, tendência, latência e pré-aparência e relacionando-as à utopia concreta e à distinção entr
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Friedrich Engels costuma ser apresentado como colaborador, financiador e editor de Marx. Este volume parte de outra pergunta: o que aparece quando sua obra é lida também em sua especificidade? A resposta percorre A situação da classe trabalhadora na Inglaterra, a colaboração com Marx e a edição póstuma de O capital, a sistematização de Anti-Dühring, A origem da família, da propriedade privada e do
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Ainda tinha uma pedra: contos do gerúndio é uma coletânea sobre a permanência no meio. Seus personagens já caminharam o suficiente para não poder voltar ao início, mas ainda não chegaram a lugar nenhum que possa ser chamado de fim. Em vez de grandes tragédias, enfrentam pequenas estruturas persistentes: uma reforma que estaciona pela metade, um arquivo que nunca termina, um casamento que se separa
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Por que o dólar manda no mundo? parte de uma aparente contradição: os Estados Unidos emitem uma moeda nacional que funciona, em larga medida, como principal moeda internacional de reserva, pagamento, financiamento e denominação de ativos. O livro reconstrói historicamente essa posição desde Bretton Woods, a ruptura da conversibilidade dólar-ouro em 1971 e a consolidação de uma ordem monetária base
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De Wicksell à MMT: a teoria monetária e o espaço da política fiscal reconstrói a história da teoria monetária a partir de uma pergunta política: como a concepção de moeda adotada por uma tradição econômica determina aquilo que o Estado pode ou não pode fazer com seu orçamento? O percurso começa em Wicksell e seu processo cumulativo, passa pelo chartalismo de Knapp, pela ruptura keynesiana com o aj
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Este livro examina o marxismo em Relações Internacionais a partir de uma distinção fundamental: utilizar autores marxistas não é o mesmo que construir um objeto segundo o materialismo histórico-dialético. Em vez de apresentar o marxismo como mais uma lente do sistema internacional, a obra o reconstrói como campo derivado da crítica da sociedade capitalista e de um método voltado às relações entre
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