
Paula Berbert de Castro Souza tem 18 anos de experiência em liderança, sucesso do cliente e atendimento humanizado. Ao longo da carreira, construiu e liderou times em empresas de diferentes portes e mercados competitivos, especializando-se em criar culturas de atendimento que colocam pessoas no centro.
Depois de vivenciar um processo de burnout que a obrigou a parar e olhar para dentro, passou por uma jornada profunda de autoconhecimento que mudou a forma como lidera e se relaciona com o trabalho. Essa experiência não a afastou do mundo corporativo. Pelo contrário, a ajudou a habitá-lo com mais verdade.
Eu Não Sou Uma Máquina é seu primeiro livro. Escrito de dentro, não de cima, fala sobre o que acontece quando a gente para de confundir performance com identidade e aprende a liderar começando por si mesmo.
Paula vive em Salvador, na Bahia, a quatrocentos metros do mar.

Você já foi chamado de máquina e sorriu, como se fosse um elogio? Paula sorriu por anos. Era a líder que aguentava tudo, entregava mais, absorvia a pressão do time inteiro. Até o dia em que o corpo parou por ela. Eu Não Sou Uma Máquina é uma conversa direta sobre o custo humano de liderar sem se conhecer. Em treze capítulos, Paula Berbert escreve sobre burnout, vulnerabilidade como competência, e
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