
Pablo Assis foi o primeiro da família a ingressar no ensino superior, formando‑se engenheiro pela Universidade de São Paulo. Durante dez anos, atuou em operações onde vivenciou o descompasso entre a robustez declarada pelas empresas e a dependência real de pessoas específicas para manter os sistemas de pé.
Aos quarenta anos, vendeu a única casa que tinha para cursar o COO Program da UC Berkeley, nos Estados Unidos. Lá, uma pergunta o transformou: e se o ponto mais vulnerável do mundo digital não for a tecnologia, mas as pessoas invisíveis que a sustentam?
A resposta veio na forma deste livro: um romance que é também uma tese sobre concentração humana de risco, incentivos organizacionais e o poder silencioso de quem segura a infraestrutura crítica.

“Alguns sistemas críticos continuam de pé não porque foram resolvidos, mas porque as pessoas certas ainda não faltaram.” Por trás de cada painel de controle, cada alerta automatizado, há uma realidade invisível: a infraestrutura crítica muitas vezes depende menos da arquitetura do que de pessoas específicas, que carregam conhecimento tácito, improviso acumulado e continuidade não documentada. Qu
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