
Desde muito jovem, encontrei nos romances policiais muito mais do que entretenimento. Sempre fui fascinado pelos grandes enigmas da literatura investigativa e pela capacidade de alguns autores de transformar pequenos detalhes em revelações memoráveis.
Escrever tornou-se a forma de prestar homenagem às histórias que despertaram minha imaginação e alimentaram minha paixão pelos mistérios. Acredito que um bom romance policial não desafia apenas a inteligência do leitor, mas também sua percepção, convidando-o a observar além das aparências e a desconfiar até das verdades mais convincentes.
Entre minhas principais influências estão Agatha Christie, Arthur Conan Doyle, Umberto Eco e Freida McFadden, autores que moldaram meu olhar sobre a construção do suspense, da investigação e dos personagens. Procuro escrever histórias em que cada detalhe tenha um propósito, cada pista conduza a novas perguntas e a verdade seja sempre a última a se revelar.

Quinze anos de silêncio. Um desaparecimento que nunca foi esquecido. Em 1905, a alta aristocracia cria falsas ilusões de paz até que Madame Elza recebe o impossível: uma carta recente de sua filha Gilda, desaparecida há uma década e meia, trazendo um gélido acerto de contas. Para soterrar o escândalo, o industrial Carlos Almeida convoca o Dr. Leôncio Gouvêa, célebre analista da alma humana. Infi
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