Um pouco sobre mim
Escrever sempre foi um gesto íntimo. Antes de qualquer nome, de qualquer página ou publicação, a escrita já existia — como abrigo, como observação, como tentativa de compreender o que não se diz em voz alta. Ler e escrever nunca foram hábitos, mas formas de estar no mundo.
A partilha veio depois, quando surgiu a página @lanceinoar. Um espaço criado não para explicar sentimentos, mas para deixá-los existir. Textos curtos, pensamentos soltos, palavras lançadas sem a obrigação de agradar ou convencer. Apenas sentir. Apenas dizer o indizível.
Dessa experiência nasceu o pseudônimo Noar Beaumont, que hoje assina textos, citações e obras. Um nome que não representa um personagem, mas uma travessia: a passagem do silêncio para a escuta, do íntimo para o compartilhado.
Sua escrita se move onde o tempo pesa, onde as emoções não são lineares e onde as mudanças acontecem sem aviso. Não há urgência em concluir ideias, nem pressa em oferecer respostas. Há espaço. Há pausa. Há profundidade.
Noar escreve para quem entende que algumas palavras não servem para explicar a vida — servem para acompanhar. Para quem sabe que certos sentimentos não passam, apenas se transformam. E que a literatura, quando é honesta, não grita: permanece.