Olá, caríssimas e caríssimos! Bem-vindos a esta página literária!
Sou Mateus de Almeida Ribeiro, poeta mineiro e professor de português, literatura, escrita criativa e italiano. Amo ensinar e aprender, escrever e ler, além de apreciar músicas antigas, filmes de heróis, de história, e uma boa taça de vinho. Para mim, o maior sinônimo de viver é aprender, e a base para uma existência em equilíbrio está na confluência entre fé e ciência.
Há muitos anos, dedico-me à belíssima arte da escrita, tão importante para que construamos nossa assinatura neste mundo. Tudo começou quando escrevi um poema a pedido de uma professora. À época, estudava em uma excelente escola pública de Belo Horizonte: Barão de Macaúbas. Desde então, tive a graça de escrever muitas outras estrofes, além de narrativas - destaque para crônicas -, artigo científico e materiais didáticos. Atualmente, leciono no Colégio Vera Cruz e ensino também por meio da página @misterportugues (Instagram e YouTube). Sou, junto de minha esposa e editora, Aline de Almeida Ribeiro, vencedor do prêmio de poemas da RENSC, edição 2025.
Sob minha perspectiva, a literatura, além de imitar a realidade, como um dia refletiu Aristóteles, permite-nos ver o real de uma forma diferente, senti-lo em pensá-lo de maneira distinta. Acredito que, nesse sentido, todo poeta e toda poetiza têm a missão de "criar no mundo um singular contato entre os olhos e as letras, escrita e leitura" (versos da obra "Presente Poesia"), e eu me dedico a esta missão divinamente versada.
Com esse entendimento, os poemas de minha autoria sobretudo pisam no asfalto, sentem a correria do dia a dia e a carência social e financeira de muitos cidadãos, cujas conturbações são banalizadas, cuja existência é frequentemente atropelada pelo tempo e pelo abandono. Sua função é, portanto, ser a voz de eus que estão por aí, sem vontade ou sem poder falar, na medida em que apresentam a existência dessas pessoas com uma linguagem diferente, convidando leitoras e leitores a verem-nas também com um novo olhar. Assim, a pessoa em condição de rua, moradores de periferias e homens e mulheres com muito trabalho e quase sem qualquer educação formal, por exemplo, ganham espaço nos versos que escrevo.
Esses versos ainda exploram a relação brutal entre a humanidade e a natureza, de forma a denunciar a ambição exacerbada do ser humano e as consequentes feridas de um ambiente exuberante, persistente e integrante da Criação. Abordam também a essencial espiritualidade, com proposições de esperança, e, por outro lado, a fragilidade emocional, a deterioração do ser e das relações em um tempo envolvido com a necessidade excessiva de posses e de exaltação do eu.
Encontro inspiração literária especialmente em Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles, Alphonsus de Guimaraens, Luca Creido, Aluísio Azevedo, Lima Barreto e Giuseppe Ungaretti. Tenho como influência, em acréscimo, alguns pensadores, como a psicóloga Ana Beatriz Barbosa, o filósofo Aristóteles, o indescritível Leonardo da Vinci e o genial e sensível Giacomo Leopardi. Inspiro-me também nos sagrados ensinamentos de Jesus. Agradam-me muito, acrescento, a escrita de Tolkien, J.K. Rowling e novelas, dentre elas saliento as de Walcyr Carrasco.
O primeiro livro que publico, "Presente Poesia", reflete as mencionadas características de meu estilo, bem como as influências que lhes apresento. Convido-os, caríssimas e caríssimos, a lê-lo, na expectativa de que os poemas que o constituem lhes sejam instrumentos de reflexões, aprendizados e escritas - nas últimas páginas da obra, vocês encontrarão um espaço só seu para escrever um poema. Afinal, o "mundo precisa de mais poesia" (Mateus de Almeida Ribeiro).