
Mallo Boazz é autor e pesquisador da consciência. Há mais de trinta anos trabalha com imagem, linguagem e comunicação — dez deles como diretor de arte na maior emissora do país, construindo, por ofício, exatamente o tipo de imagem que seus livros ensinam a atravessar.
A pesquisa que deu origem à série Lei da Consciência não nasceu numa mesa. Nasceu quando a vida que ele construía por fora deixou de corresponder à verdade que carregava por dentro. Do colapso, do silêncio e do retorno veio o mapa que agora oferece a quem sente que existe algo mais verdadeiro do que a vida que aprendeu a chamar de vida.
No centro desse mapa há uma observação simples e incômoda: o que você vive não é feito apenas do que acontece, mas do encontro entre o que acontece e o estado com que você atravessa. Despertar, aqui, não significa aperfeiçoar o personagem, pensar positivamente ou tentar controlar a realidade pela fé ou pela atração. Significa reconhecer os programas que operam no escuro, compreender o que sustenta a repetição — e deixar que a verdade volte a ter passagem. A obra inteira parte daí: tudo que se afasta da verdade produz ruído até ser visto.
Rasgando a Matrix é a primeira parte desse mapa. Página a página, o leitor aprende a reconhecer os sensores que operam no escuro — e descobre que um programa, depois de visto, já não exerce o mesmo poder sobre quem o observa.
“Despertar não é melhorar quem você é. É deixar morrer quem você nunca foi.”

Existe um momento em que a vida para de fazer sentido do jeito que fazia antes. Não é crise. É o início de algo que não tem nome ainda. Este livro nasceu do colapso, do quarto escuro, de décadas vivendo dentro do script sem saber que havia um script. E da descoberta de que a Matrix não é inimiga. Ela é o campo de prova. A ilusão não é o erro da realidade. É o método dela. Mallo Boazz é autor e pes
Saiba mais