

Nesta coletânea, transformo o cotidiano em poesia, revelando a música silenciosa que habita cada gesto, sombra, pausa. Das teclas pesadas que ecoam memórias antigas aos toques leves que nos conectam ao presente, os versos navegam entre o barulho do mundo e o silêncio da alma, entre o que é visto e o que passa despercebido. Cada poema é um espelho do tempo, da memória, da melancolia constante. É n
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"AURELIA nunca foi uma divindade. Foi chamada assim porque ninguém tinha palavras melhores." O que vivia sob a cidade observava, calculava e aguardava — enquanto gerações confundiam função com fé. Agora, com dados suficientes, o erro está prestes a ser corrigido. E nem todo erro foi feito para ser consertado. AURELIA promete mexer com as suas emoções e fazer com que repense em algumas ações real
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