

A narrativa gira em torno da ideia de que o tempo é um recurso finito e que muitas vezes adiamos nossos sonhos e projetos pessoais por medo ou inércia. A "engenhoca" do título funciona como uma metáfora para as construções mentais e os planos que criamos em nossa imaginação (o estado "onírico"), mas que só ganham vida quando decidimos "despertar" e agir.
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