
Jurandir Sotero é bacharel em Computação e foi justamente a tecnologia que o conduziu a uma atuação profunda em cidadania e controle social.
Trabalhando na WebNets, uma empresa especializada em softwares públicos, participa ativamente da implantação de processos digitais de transparência e atendimento ao cidadão em centenas de órgãos públicos em todo o Brasil.
Formou-se ouvidor e se especializou em diversos temas ligados à legislação, à participação cidadã e às boas práticas de controle social.
Compartilha sua visão e experiência com a missão de levar a mais pessoas os valores de uma democracia moderna: não sustentada por apenas três poderes, mas por quatro. É dessa visão que nasce o conceito do quarto poder — o Controle — apresentado por ele como o mais importante entre os poderes democráticos.

Você não foi enganado por alguém. Você foi enganado por uma ideia. A ideia de que votar basta. A ideia de que a democracia se sustenta sozinha. A ideia de que três poderes, por si só, já resolvem o problema. Em Três não, quatro!, Jurandir Sotero propõe uma virada simples, forte e fácil de lembrar: o voto começa a democracia, mas é o controle que a sustenta. Controle, aqui, não significa autorit
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