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Meus livros na UICLAP

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Historia dos feitos de além-mar Vol I

Historia dos feitos de além-mar, Crônica da Primeira Cruzada, escrita por Guilherme de Tiro, Arcebispo e medico de Balduino IV, o rei leproso.

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Historia dos feitos de além-mar Vol II

Historia dos feitos de além-mar, Crônica da Primeira Cruzada, escrita por Guilherme de Tiro, Arcebispo e medico de Balduino IV, o rei leproso.

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Vidas Paralelas Vol I

Plutarco, historiador romano, escreveu biografias acerca de grandes homens de seu tempo, tais quais como Júlio Cesar, Alexandre o Grande, Péricles, Teseu.

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Vidas Paralelas Vol II

Plutarco, historiador romano, escreveu biografias acerca de grandes homens de seu tempo, tais quais como Júlio Cesar, Alexandre o Grande, Péricles, Teseu

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Vidas Paralelas Vol III

Plutarco, historiador romano, escreveu biografias acerca de grandes homens de seu tempo, tais quais como Júlio Cesar, Alexandre o Grande, Péricles, Teseu

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Historia dos Feitos Além-Mar Vol III

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Historia da Grécia Vol I

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Historia da Grécia Vol II

Há historiadores que conhecem a Grécia pelos livros. Ernst Curtius a conheceu pelas pedras. Antes de escrever esta obra, ele havia percorrido a Grécia a pé, copiado inscrições, medido ruínas e apontado, num terreno que ninguém levava a sério, o lugar exato onde jazia o santuário de Olímpia — escavado por ele mesmo anos depois, revelando o estádio e os templos de Zeus e de Hera. É essa familiarida

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Historia da Grécia Vol. III

Há historiadores que conhecem a Grécia pelos livros. Ernst Curtius a conheceu pelas pedras. Antes de escrever esta obra, ele havia percorrido a Grécia a pé, copiado inscrições, medido ruínas e apontado, num terreno que ninguém levava a sério, o lugar exato onde jazia o santuário de Olímpia — escavado por ele mesmo anos depois, revelando o estádio e os templos de Zeus e de Hera. É essa familiarida

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Historia da Grécia Vol. IV

Há historiadores que conhecem a Grécia pelos livros. Ernst Curtius a conheceu pelas pedras. Antes de escrever esta obra, ele havia percorrido a Grécia a pé, copiado inscrições, medido ruínas e apontado, num terreno que ninguém levava a sério, o lugar exato onde jazia o santuário de Olímpia — escavado por ele mesmo anos depois, revelando o estádio e os templos de Zeus e de Hera. É essa familiarida

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Historia da Grécia Vol. V

Há historiadores que conhecem a Grécia pelos livros. Ernst Curtius a conheceu pelas pedras. Antes de escrever esta obra, ele havia percorrido a Grécia a pé, copiado inscrições, medido ruínas e apontado, num terreno que ninguém levava a sério, o lugar exato onde jazia o santuário de Olímpia — escavado por ele mesmo anos depois, revelando o estádio e os templos de Zeus e de Hera. É essa familiarida

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Historia da Grécia Vol VI

Há historiadores que conhecem a Grécia pelos livros. Ernst Curtius a conheceu pelas pedras. Antes de escrever esta obra, ele havia percorrido a Grécia a pé, copiado inscrições, medido ruínas e apontado, num terreno que ninguém levava a sério, o lugar exato onde jazia o santuário de Olímpia — escavado por ele mesmo anos depois, revelando o estádio e os templos de Zeus e de Hera. É essa familiarida

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História de Roma Vol I

Escrita sob Augusto por um provinciano de Pátavo que nunca ocupou cargo público, a História de Roma — Ab Urbe Condita — é a maior empresa historiográfica que a Antiguidade latina nos legou: cento e quarenta e dois livros, dos quais sobreviveram trinta e cinco. Este volume traz a primeira década completa, do pretenso desembarque de Eneias no Lácio até as campanhas de 293 a.C., quando Roma já era se

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História de Roma

Escrita sob Augusto por um provinciano de Pátavo que nunca ocupou cargo público, a História de Roma — Ab Urbe Condita — é a maior empresa historiográfica que a Antiguidade latina nos legou: cento e quarenta e dois livros, dos quais sobreviveram trinta e cinco. Este volume traz a primeira década completa, do pretenso desembarque de Eneias no Lácio até as campanhas de 293 a.C., quando Roma já era se

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Manual de Economia Nacional Vol I

Heinrich Pesch (Colônia, 1854 — Valkenburg, 1926) entrou na Companhia de Jesus aos vinte e dois anos e só depois dos quarenta foi estudar economia em Berlim, sob Adolph Wagner e a escola histórica alemã. O que trouxe de lá, somado à formação escolástica, ele despejou ao longo de dezoito anos no Lehrbuch der Nationalökonomie — cinco volumes publicados entre 1905 e 1923, cerca de quatro mil páginas,

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Manual de Economia Nacional Vol II

Heinrich Pesch (Colônia, 1854 — Valkenburg, 1926) entrou na Companhia de Jesus aos vinte e dois anos e só depois dos quarenta foi estudar economia em Berlim, sob Adolph Wagner e a escola histórica alemã. O que trouxe de lá, somado à formação escolástica, ele despejou ao longo de dezoito anos no Lehrbuch der Nationalökonomie — cinco volumes publicados entre 1905 e 1923, cerca de quatro mil páginas,

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Manual de Economia Nacional Vol. III

Heinrich Pesch (Colônia, 1854 — Valkenburg, 1926) entrou na Companhia de Jesus aos vinte e dois anos e só depois dos quarenta foi estudar economia em Berlim, sob Adolph Wagner e a escola histórica alemã. O que trouxe de lá, somado à formação escolástica, ele despejou ao longo de dezoito anos no Lehrbuch der Nationalökonomie — cinco volumes publicados entre 1905 e 1923, cerca de quatro mil páginas,

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Manual de Economia Nacional Vol IV

Heinrich Pesch (Colônia, 1854 — Valkenburg, 1926) entrou na Companhia de Jesus aos vinte e dois anos e só depois dos quarenta foi estudar economia em Berlim, sob Adolph Wagner e a escola histórica alemã. O que trouxe de lá, somado à formação escolástica, ele despejou ao longo de dezoito anos no Lehrbuch der Nationalökonomie — cinco volumes publicados entre 1905 e 1923, cerca de quatro mil páginas,

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Manual de Economia Nacional Vol V

Heinrich Pesch (Colônia, 1854 — Valkenburg, 1926) entrou na Companhia de Jesus aos vinte e dois anos e só depois dos quarenta foi estudar economia em Berlim, sob Adolph Wagner e a escola histórica alemã. O que trouxe de lá, somado à formação escolástica, ele despejou ao longo de dezoito anos no Lehrbuch der Nationalökonomie — cinco volumes publicados entre 1905 e 1923, cerca de quatro mil páginas,

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Manual de Economia Nacional Vol VI

Heinrich Pesch (Colônia, 1854 — Valkenburg, 1926) entrou na Companhia de Jesus aos vinte e dois anos e só depois dos quarenta foi estudar economia em Berlim, sob Adolph Wagner e a escola histórica alemã. O que trouxe de lá, somado à formação escolástica, ele despejou ao longo de dezoito anos no Lehrbuch der Nationalökonomie — cinco volumes publicados entre 1905 e 1923, cerca de quatro mil páginas,

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Manual de Economia Nacional Vol. VII

Heinrich Pesch (Colônia, 1854 — Valkenburg, 1926) entrou na Companhia de Jesus aos vinte e dois anos e só depois dos quarenta foi estudar economia em Berlim, sob Adolph Wagner e a escola histórica alemã. O que trouxe de lá, somado à formação escolástica, ele despejou ao longo de dezoito anos no Lehrbuch der Nationalökonomie — cinco volumes publicados entre 1905 e 1923, cerca de quatro mil páginas,

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Manual de Economia Nacional Vol VIII.

Heinrich Pesch (Colônia, 1854 — Valkenburg, 1926) entrou na Companhia de Jesus aos vinte e dois anos e só depois dos quarenta foi estudar economia em Berlim, sob Adolph Wagner e a escola histórica alemã. O que trouxe de lá, somado à formação escolástica, ele despejou ao longo de dezoito anos no Lehrbuch der Nationalökonomie — cinco volumes publicados entre 1905 e 1923, cerca de quatro mil páginas,

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Manual de Economia Nacional

Heinrich Pesch (Colônia, 1854 — Valkenburg, 1926) entrou na Companhia de Jesus aos vinte e dois anos e só depois dos quarenta foi estudar economia em Berlim, sob Adolph Wagner e a escola histórica alemã. O que trouxe de lá, somado à formação escolástica, ele despejou ao longo de dezoito anos no Lehrbuch der Nationalökonomie — cinco volumes publicados entre 1905 e 1923, cerca de quatro mil páginas,

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A Reforma Social na França

Frédéric Le Play (1806–1882) não era filósofo, nem economista de gabinete, nem homem de partido. Era engenheiro de minas, professor da Escola de Minas de Paris, e foi nessa condição — em missões técnicas que o levaram à Rússia, à Espanha, à Alemanha, à Inglaterra — que fez aquilo que ninguém fazia: sentou-se à mesa de famílias operárias e mediu, uma a uma, sua receita, sua despesa, seu regime de t

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A Reforma Social na França

Frédéric Le Play (1806–1882) não era filósofo, nem economista de gabinete, nem homem de partido. Era engenheiro de minas, professor da Escola de Minas de Paris, e foi nessa condição — em missões técnicas que o levaram à Rússia, à Espanha, à Alemanha, à Inglaterra — que fez aquilo que ninguém fazia: sentou-se à mesa de famílias operárias e mediu, uma a uma, sua receita, sua despesa, seu regime de t

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Governo de São Pio X

Giuseppe Sarto foi eleito em agosto de 1903 e o mundo esperava um Papa de sacristia. Vinha de família camponesa do Vêneto, fora pároco, bispo de Mântua, patriarca de Veneza; nunca servira na diplomacia pontifícia, ao contrário de Leão XIII, que morrera depois de vinte e cinco anos a manobrar entre as chancelarias da Europa. Concluiu-se, apressadamente, que seria um pontificado exclusivamente relig

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A Realeza Social De Nosso Senhor Jesus Cristo

Em 5 de dezembro de 1925, um vigário-geral belga assinava o imprimatur deste livro. Seis dias depois, Pio XI publicava a Quas primas e instituía a festa de Cristo Rei. A coincidência diz quase tudo sobre A Realeza Social de Nosso Senhor Jesus Cristo: ele já estava pronto, e inteiro, quando a Igreja proclamou solenemente a doutrina que ele expõe. O autor é o capuchinho Théotime de Saint-Just, leit

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A Doutrina Politica de São Tomas de Aquino

m 1928, quando este livro saiu em Paris pela Marcel Rivière, a política de São Tomás estava em disputa. Uns faziam dele o teórico do poder absoluto; outros, o precursor das democracias modernas. Bernard Roland-Gosselin, professor do Instituto Católico de Paris, respondeu do modo mais simples e mais difícil: voltando aos textos e expondo, em pouco mais de cento e cinquenta páginas, o que a Suma Teo

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Godofredo de Bulhão

Em 1099, um duque da Baixa Lorena entrou em Jerusalém à frente dos cruzados e morreu ali no ano seguinte, com pouco mais de quarenta anos. Tornou-se, antes mesmo de morrer, matéria de lenda — e é justamente por isso que sua vida real permanecera por tanto tempo sem estudo. Alphonse Vétault, antigo aluno pensionista da École des Chartes, escreveu este livro para preencher essa lacuna, e o abre dize

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Jacques Cathelineau

Em 1893, a Vendeia comemorava o centenário da insurreição, e no Pin-en-Mauges mãos piedosas reerguiam o monumento a Cathelineau que mãos ímpias haviam derrubado em 1831. Foi nesse ano que Célestin Port — arquivista, membro do Institut, autor do monumental Dicionário histórico, geográfico e biográfico de Maine-et-Loire — publicou A Lenda de Cathelineau, para demonstrar que o herói não era herói: qu

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O Simbolismo Da Natureza

Há alguns anos, um bispo francês trocava cartas com uma alma piedosa que vivia à beira do Mediterrâneo, ao pé dos Pireneus. Diante do azul do céu, das searas, das vinhas e das oliveiras, ela pensava nas coisas de Deus e perguntava o que cada criatura queria dizer. Desse diálogo nasceu este livro. Mons. de La Bouillerie (1810–1882), bispo de Carcassonne e Padre do Concílio Vaticano I, quis dar à pi

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O Syllabus e a Encíclica Quanta Cura

Em 8 de dezembro de 1864, Pio IX publicou a encíclica Quanta Cura e, junto com ela, o Syllabus, o "resumo contendo os principais erros do nosso tempo". São oitenta proposições condenadas, distribuídas em dez parágrafos: do panteísmo e do racionalismo ao indiferentismo, dos erros sobre a Igreja e a sociedade civil aos que atacam o matrimônio cristão, o principado civil do Papa e, por fim, o liberal

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Historia de Roma

Na monumental *História de Roma*, Theodor Mommsen reconstrói a formação, a expansão e as crises da civilização romana desde suas origens até o fim da República. Combinando erudição histórica, análise política e vigor literário, o autor acompanha o desenvolvimento das instituições, das guerras, das lutas sociais e das grandes personalidades que moldaram Roma. Mais do que narrar acontecimentos, Momm

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Historia de Roma

Na monumental *História de Roma*, Theodor Mommsen reconstrói a formação, a expansão e as crises da civilização romana desde suas origens até o fim da República. Combinando erudição histórica, análise política e vigor literário, o autor acompanha o desenvolvimento das instituições, das guerras, das lutas sociais e das grandes personalidades que moldaram Roma. Mais do que narrar acontecimentos, Momm

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Historia de Roma

Na monumental *História de Roma*, Theodor Mommsen reconstrói a formação, a expansão e as crises da civilização romana desde suas origens até o fim da República. Combinando erudição histórica, análise política e vigor literário, o autor acompanha o desenvolvimento das instituições, das guerras, das lutas sociais e das grandes personalidades que moldaram Roma. Mais do que narrar acontecimentos, Momm

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Historia de Roma

Na monumental *História de Roma*, Theodor Mommsen reconstrói a formação, a expansão e as crises da civilização romana desde suas origens até o fim da República. Combinando erudição histórica, análise política e vigor literário, o autor acompanha o desenvolvimento das instituições, das guerras, das lutas sociais e das grandes personalidades que moldaram Roma. Mais do que narrar acontecimentos, Momm

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Historia de Roma

Na monumental *História de Roma*, Theodor Mommsen reconstrói a formação, a expansão e as crises da civilização romana desde suas origens até o fim da República. Combinando erudição histórica, análise política e vigor literário, o autor acompanha o desenvolvimento das instituições, das guerras, das lutas sociais e das grandes personalidades que moldaram Roma. Mais do que narrar acontecimentos, Momm

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Historia dos Francos

No fim do século VI, a Gália romana já tinha se tornado o reino dos francos, e quase ninguém sabia mais escrever a história do próprio tempo. Gregório, bispo de Tours, filho de uma família senatorial da Auvérnia, decidiu fazê-lo "embora dotado de linguagem rude", para que a memória daqueles dias não se perdesse. O resultado são os dez livros desta História, a principal fonte que temos sobre a Gáli

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Crônica de D. Afonso Henriques

Por mandado de el-rei D. Manuel, Duarte Galvão, fidalgo de sua Casa e de seu Conselho, recolheu e ordenou a memória do fundador do reino. Aqui está a vida de D. Afonso Henriques. É o menino curado por milagre de Nossa Senhora e criado por Egas Moniz, e o príncipe que se levanta contra a mãe e o padrasto. É o guerreiro que, na madrugada de Ourique, vê Cristo crucificado e é aclamado rei. É o conqu

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Alfredo, o Grande

No ano de 893, um monge galês chamado Asser escreveu a vida do rei a quem servia. Ele vinha de São Davi, no extremo ocidental de Gales, e mais tarde seria bispo de Sherborne. O rei ainda estava vivo: era Alfredo, dos saxões ocidentais, o único soberano inglês a quem a posteridade chamou "o Grande". O resultado é a mais antiga biografia de um rei inglês, escrita por quem conviveu com ele dia a dia.

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Livro dos Ofícios

Em meados do século XIII, a Prebostade de Paris era vendida a quem pagasse mais, e quem a comprava governava a cidade em proveito próprio. São Luís pôs fim ao abuso, como conta Joinville. Deixou de vender o cargo e o entregou, com bom salário, a um homem de confiança: Étienne Boileau. Para acabar com os pleitos, as fraudes e as disputas entre os ofícios, o novo preboste chamou diante de si os mest

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Crônica do Rei D. Manuel

Quando D. Manuel subiu ao trono, em 1495, Portugal era um reino pequeno na ponta da Europa; quando morreu, em 1521, as suas armadas tinham chegado à Índia, a Malaca e ao Brasil, e as especiarias do Oriente desembarcavam em Lisboa. É esse quarto de século, o mais afortunado da história portuguesa, que Damião de Góis conta nesta crônica, escrita por mandado do Cardeal-Infante D. Henrique, filho do r

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Crônica do Rei D. Manuel

Quando D. Manuel subiu ao trono, em 1495, Portugal era um reino pequeno na ponta da Europa; quando morreu, em 1521, as suas armadas tinham chegado à Índia, a Malaca e ao Brasil, e as especiarias do Oriente desembarcavam em Lisboa. É esse quarto de século, o mais afortunado da história portuguesa, que Damião de Góis conta nesta crônica, escrita por mandado do Cardeal-Infante D. Henrique, filho do r

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Crônica do Rei D. João I

Guarda-mor da Torre do Tombo e cronista por mandado de D. Duarte, Fernão Lopes é tido pelo pai da história portuguesa. Trabalhou sobre os documentos do arquivo real, pesou as versões portuguesas e castelhanas dos mesmos fatos e deu à crônica uma personagem que ninguém antes pusera ali: o povo de Lisboa, que com o Mestre de Avis defendeu o Reino na crise de 1383 a 1385. A edição de Lisboa de 1644,

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Crônica do Rei D. João I

Guarda-mor da Torre do Tombo e cronista por mandado de D. Duarte, Fernão Lopes é tido pelo pai da história portuguesa. Trabalhou sobre os documentos do arquivo real, pesou as versões portuguesas e castelhanas dos mesmos fatos e deu à crônica uma personagem que ninguém antes pusera ali: o povo de Lisboa, que com o Mestre de Avis defendeu o Reino na crise de 1383 a 1385. A edição de Lisboa de 1644,

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Crônica dos Feitos do Rei Ricardo Coração de Leão

Entre 1189 e 1192, enquanto Ricardo Coração de Leão partia para a Terceira Cruzada, um monge de São Swithun de Winchester ia pondo por escrito o que chegava ao claustro: a coroação em Westminster, a regência ambiciosa do chanceler Guilherme de Longchamp e a sua queda diante do conde João, o inverno do rei em Messina, o cerco de Acre e a febre que o prendeu ao leito em Jafa, até a trégua com Saladi

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Crônica de Dom Nuno Alvares Pereira

Filho do prior do Hospital e criado na corte de D. Fernando, Nuno Álvares Pereira tinha vinte e três anos quando, na crise de 1383, tomou o partido do Mestre de Avis. Fronteiro de entre Tejo e Odiana, venceu os castelhanos nos Atoleiros, foi feito Condestável do Reino, comandou a vanguarda em Aljubarrota e venceu em Valverde as batalhas que firmaram no trono D. João I. Conde de Ourém, de Barcelos

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Historia Gótica

Arcebispo de Toledo de 1209 até a morte, em 1247, Rodrigo Jiménez de Rada foi homem de Igreja e de Estado: formado em Paris e Bolonha, esteve em Las Navas de Tolosa, em 1212, ao lado de Afonso VIII de Castela, e foi conselheiro de Fernando III, a pedido de quem escreveu esta história. Concluída em 1243, a Historia Gothica — também chamada De rebus Hispaniae — vai das origens dos povos da Penínsul

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Obras Completas de Jose Antonio Primo de Rivera

Filho mais velho do general Miguel Primo de Rivera, que governou a Espanha de 1923 a 1930, José Antonio (1903–1936) era advogado em Madri quando, em 29 de outubro de 1933, fundou no Teatro de la Comedia a Falange Española, unida no ano seguinte às J.O.N.S. de Ramiro Ledesma e Onésimo Redondo. Deputado por Cádis nas Cortes eleitas em 1933, foi preso em março de 1936 e, já começada a Guerra Civil, j

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