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Meus livros na UICLAP

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Grafismo Marajoara

Grafismo Marajoara: Ressemantização Afroindígena no Ilê da Oxum Apará é uma obra que investiga os caminhos históricos, simbólicos e políticos do grafismo marajoara a partir de uma perspectiva afroindígena, situada no território vivo de uma comunidade tradicional de matriz africana no estado do Rio de Janeiro. Partindo da cerâmica marajoara como patrimônio arqueológico amplamente apropriado pelo d

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Irugbin

Quando o Àiyé deixa de sustentar a vida, a humanidade compreende que não sobreviverá levando consigo o próprio corpo. A solução encontrada é extrema: abandonar a biologia e espalhar pelo universo naves-semente — as Oduduwas — carregadas não de pessoas, mas de memórias, afetos e consciências humanas digitalizadas. IRUGBIN – Crônicas da Diáspora Espacial reúne registros fragmentados dessa travessia

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O Evangelho Segundo a Gambiarra

Onde o Manifesto Comunista encontra o balcão do pé-sujo e o Apocalipse aceita Pix. "O Brasil não é para principiantes, e o céu não aceita emenda de relator." Enzo é um programador cínico, viciado em café frio e perito em sobreviver ao caos de Bangu. Sua vida era um loop previsível de boletos e bugs, até que um erro catastrófico no código-fonte do universo o coloca no cargo de Avatar da Terra. O p

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Entre Coxinhas e Mortadelas

Entre Coxinhas e Mortadelas não é um livro sobre extremos. É um livro sobre o que prospera entre eles. Enquanto a política brasileira se apresenta como um embate ruidoso entre lados opostos, este ensaio desloca o foco para um território mais silencioso, mais eficiente e muito menos visível: o do centro que administra, acomoda, negocia e insiste. Um espaço onde nada parece mudar — e justamente por

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Ampla Concorrência

Ampla Concorrência — ou como um corpo vira vaga é um romance contundente sobre os mecanismos invisíveis que regulam quem pode entrar, permanecer — e desaparecer — dentro do sistema educacional brasileiro. A partir da trajetória de um homem sem endereço fixo, o livro acompanha, passo a passo, o percurso burocrático que transforma um corpo em processo, um nome em protocolo e uma vida em pendência d

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Todo Carnaval tem seu fim

TODO CARNAVAL TEM SEU FIM — Manual de sobrevivência ao silêncio Gil Del Carmo Este não é um livro sobre superação. É um livro sobre permanência. Em Todo Carnaval Tem Seu Fim, Gil Del Carmo constrói uma narrativa íntima e precisa sobre crescer em meio à escassez, ao improviso cotidiano e às violências que não fazem barulho. Sem apelo ao sentimentalismo, o autor percorre a infância como quem obse

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A Vigília

Em um país que aprende a continuar mesmo quando seus ritos falham, sessões deixam de acontecer sem que decisões deixem de ser tomadas. O silêncio passa a ser administrado. A ausência, normalizada. Após um evento que rompe o gesto público do poder, o sistema não entra em colapso — adapta-se. Investigações avançam sem centro, comunicados substituem presenças, e uma rede antiga, fundada na espera, p

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ARUÃI?

ARUÃI? Itaguaí: camadas de um tempo que retorna Em ARUÃI?, o tempo não avança — ele retorna em camadas. Ambientado em Itaguaí, o romance acompanha Aruãi Y-tinga, uma mulher indígena confrontada com registros, formulários, documentos e narrativas que insistem em negar sua própria existência. O que começa como um erro administrativo se revela um sistema de apagamento contínuo, onde povos inteiros

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IA x IA

Vivemos cercados por máquinas que aprendem, calculam, classificam e decidem. Mas muito antes dos algoritmos existirem, já havia outra forma de inteligência em pleno funcionamento: a inteligência ancestral dos povos negros e indígenas do Brasil. Em IA x IA – Inteligência Artificial e Inteligência Ancestral, Gil Del Carmo propõe um encontro improvável e necessário entre dois mundos. De um lado, a t

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A lenda de Jack Amano

Em 1996, um garoto de 14 anos escreveu uma pequena história em um caderno escolar: A Lenda de Jack Amano. Quase trinta anos depois, o mesmo autor reencontra esse texto esquecido e decide relê-lo com os olhos de adulto. O resultado é este livro singular: metade conto juvenil, metade memória afetiva; uma conversa bem-humorada entre duas versões da mesma pessoa. De um lado, o adolescente tímido que

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Kalunga

Uma experiência científica fragmentou a realidade. Não houve explosão, nem fim do mundo — apenas a ruptura silenciosa do tempo em múltiplas camadas coexistentes. Agora, estradas atravessam séculos, túneis desembocam em passados não revogáveis, mares conduzem a futuros possíveis. Pessoas convivem com versões de si mesmas, constroem relações entre épocas distintas e aprendem, pouco a pouco, a viver

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