
F. A. Gásparo não busca por histórias, mas por ecos da verdade. Com a mente de um Engenheiro e o coração de um músico, ele vê o universo não como uma máquina, mas como uma partitura à espera de ser lida.
Ele acredita que a dor da nossa dissonância — a sensação de que não pertencemos , de que a realidade é uma ilusão — é, na verdade, um chamado. O chamado da nossa própria música esquecida.
Sua obra é uma tentativa de sintonizar essa frequência.
Às vezes, a mensagem chega como a prosa poética de um jardim silencioso , um mapa para a construção da paz interior. Às vezes, ela troveja como um épico cósmico, explorando a arquitetura divina por trás do caos aparente. Outras vezes, é um manual de campo para a "forja" da alma , ou uma chave para desmantelar a ilusão que nos aprisiona.
Para Gásparo, as palavras são uma ferramenta. A música é outra. Cada formato é um veículo diferente para uma única missão: oferecer um diapasão, para que cada alma possa encontrar sua própria nota e, finalmente, se juntar à canção.

Para curar um universo imperfeito, um deus ousa criar um mundo perfeito. O preço? Orquestrar sua aniquilação. No vale protegido de Aethelgard, a paz reina absoluta. Sob o olhar de uma Deusa silenciosa de energia azul , uma civilização floresce em harmonia imaculada, alheia à dor, doença ou conflito. Sua existência é uma etérea canção de ninar. Mas nas bordas dessa perfeição, a jovem artista Lyra
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