
Eu me chamo Gabriel Gonçalves Pereira.
Nasci no sul de Minas Gerais, em meio às montanhas da Mantiqueira, e talvez tenha sido nesse silêncio que aprendi, ainda sem perceber, a observar com mais atenção e questionar o que parecia óbvio.
Sempre fui movido mais por perguntas do que por respostas. Nunca me senti confortável com verdades fixas, apenas com o movimento de tentar compreender a experiência de existir.
A escrita surgiu para mim não como escolha, mas como necessidade. Foi a forma que encontrei de organizar pensamentos que insistiam em permanecer, de transformar o que era ruído interno em algo visível, até mesmo para mim.
O que escrevo não tem a intenção de ensinar, convencer ou impor uma visão. Não trago respostas prontas, nem verdades absolutas. O que compartilho são fragmentos — reflexões que nascem da observação da mente, da consciência e da realidade.
Meu livro Fragmentos de uma Consciência não é um guia, nem um caminho. É um convite.
Um convite para questionar, para desconstruir e, talvez, para enxergar de uma forma diferente aquilo que sempre esteve presente.
Eu não escrevo para ser entendido por todos.
Escrevo para quem, em algum momento, sente que precisa olhar mais fundo.