
Felipe Mendonça, estudante de Letras – Inglês na Universidade Estadual de Alagoas, escritor, poeta e professor de língua inglesa.
Escrevo sobre aquilo que não consigo superar e sobre a forma, muitas vezes autodestrutiva, com que lido com isso. Não escrevo para ser famoso; escrevo para escapar do caos que existe dentro de mim, para não enlouquecer por completo. A loucura e o vazio me habitam, e a escrita é minha tentativa incessante de sobreviver a eles e resistir ao caos que insiste em me consumir.

Em Ariel, Felipe Mendonça constrói um livro visceral e confessional, onde amor, morte, loucura e memória se entrelaçam como raízes subterrâneas de um mesmo abismo. A obra percorre relacionamentos intensos e fracassados, a sombra de um pai autoritário, a culpa, a obsessão e a sensação constante de inadequação — transformando cada perda em rito, cada lembrança em autópsia emocional. Dividido em poe
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