
Escritor, dramaturgo, jornalista, cineasta, roteirista, diretor, produtor cultural e pintor brasileiro. Sua trajetória artística atravessa mais de quatro décadas e reúne literatura, teatro, jornalismo, cinema, artes visuais, música e produção cultural. Sua obra é marcada pelo trânsito entre diferentes linguagens. A literatura alimenta sua dramaturgia; o jornalismo amplia seu olhar sobre a sociedade; o cinema transforma personagens e histórias em imagens; o teatro aproxima arte e educação; a pintura retoma questões históricas e sociais; e, mais recentemente, o audiovisual se une à música na documentação do jazz brasileiro. Por sua atuação, recebeu da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro diploma HELONEIDA STUDART como reconhecimento ao seu trabalho em prol da Cultura. A trajetória de Francis Ivanovich é marcada pela passagem constante entre diferentes formas de expressão. Criou a Revista de Artes Expor, participou de uma experiência pioneira de jornalismo cultural na Internet com a ISM News, apresentou o Show do Livro na Rádio Imprensa FM, criou a Cia. Teatral Ensinoemcena, criou o Prêmio Nacional de Dramaturgia Flávio Migliaccio, criou e dirige o Festival Nacional de Curtas Flávio Migliaccio, dirige o Jazz Online Brasil e atualmente dirige o audiovisual do Jazz no Rebel. Sua trajetória reúne, assim, literatura, jornalismo, rádio, teatro, cinema, televisão e audiovisual, música, artes visuais e produção cultural. Mais de quatro décadas depois de sua formação literária nos anos 1980, Francis Ivanovich permanece em atividade, escrevendo, dirigindo, produzindo, pintando e criando novos projetos. Sua obra tem como eixo permanente a observação do ser humano, da sociedade, da memória e da cultura brasileira — transformando experiências, personagens e acontecimentos em literatura, teatro, cinema, música e arte. Atualmente desenvolve novos projetos literários, teatrais e de audiovisual. Seu site é www.francisivanovich.art

Há histórias que começam com um crime. Outras, com um segredo. Em SEVERO PENA, Francis Ivanovich conduz o leitor por uma narrativa marcada por tensão, memória e escolhas humanas, onde ninguém é exatamente aquilo que parece ser. Entre sombras do passado e conflitos que insistem em voltar, a história mergulha nas contradições de seus personagens e revela, pouco a pouco, uma pergunta incômoda: até on
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