


Poemas Casa de quando o poeta morou na baixada santista e Guardanapos todos escritos em guardanapos de restaurantes.
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Poemas escritos por FERNANDO DEZENA quando morava na cidade de Indaiatuba- SP. Estudando Santo Agostinho questionava-se, depois de um longo período sem nada escrever, sobre o sentido da vida.
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Trata-se da aventura de uma baleia aul, PERI, para entender a destruição do planeta.
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Eduardo, um conceituado juiz, vê-se envolvido em uma ardilosa trama quando tenta punir corruptos que deviam sistematicamente verbas públicas. Casado com Lígia, vê seu casamento desmoronar dentro deste enredo empolgante. O romance de estreia de Clemente Dezena é daqueles que não se consegue lagar do começo ao final da história.
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A saga de Toni para retornar a sua terra natal e reencontrar esposa e filhos. A busca incessante pela liberdade e os questionamentos sobre a capacidade humana de escolher e privilegiar outros seres.
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Este é um livro de ficção e entretenimento. Para os leitores que gostam de narrativas policiais, encontrarão nele nove histórias. Algumas com uma pitada de humor e ironia, outras com a densidade que as narrativas criminais pedem. Nestas se enquadram: As duas irmãs e O personagem, escritas durante a pandemia. Em algumas, o leitor encontrará o pesar dos dias de solidão imposto pelo recolhimento forç
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Melhores crônicas compiladas de Fernando Dezena publicadas todos os domingos há mais de dez anos em seu blog e nas redes sociais. O trabalho traz uma paisagem da cidade de São Paulo, de Águas da Prata e outros momentos em que o escritor nota um fato pitoresco que mereça o registro. Com leveza, graça e certa ironia, em narrativas curtas, traz ao leitor momentos de agradável deleite. Fernando Dezena
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Compilação de crônicas de Fernando Dezena publicadas todos os domingos em seu blog e nas redes sociais. Os temas são fatos corriqueiros do cotidiano, procurando o escritor não incluir temas que possam ser apelativos de alguma forma. Trabalha o escritor com a crônica para levar um momento de diversão e lazer para o leitor.
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Quinto livro de poesias de Fernando Dezena escrito na época que morou na Baixada Santista
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História para crianças e jovens onde a autora Ana Maria Forte faz um paralelo entre nossas fraquezas infantis e juvenis e o quão forte podemos nos tornar na fase adulta.
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POESIAS reúne, pela primeira vez em volume, a produção lírica de Bernardo da Veiga Torres (1888–1934), poeta mineiro, jornalista e homem público cuja vida foi interrompida tragicamente pela violência política do interior brasileiro. Dotado de formação humanista e apurado senso formal, Torres cultivou o soneto, a métrica regular e a linguagem elevada, dialogando com o parnasianismo tardio e o simbo
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Há livros que se escrevem para o futuro. Outros, para o presente imediato. Este foi escrito para permanecer — não por ambição literária, mas por fidelidade a uma visão de mundo. Nesta coletânea, o leitor encontra uma poesia que se ancora na tradição formal, no sentimento religioso, na experiência familiar e comunitária. Versos dedicados à mãe, aos filhos, aos alunos, aos mortos, aos humildes, à in
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Em Cantos de Vinho e terra, Fernando Dezena ergue uma poesia de forte substância telúrica, em que a terra não é paisagem, mas destino, herança e linguagem. Ao longo de seções como “Baco”, “O Imigrante”, “Raízes”, “Negação”, “Vida”, “Ruptura”, “Herança” e “O Melhor Vinho”, o autor compõe um largo painel em versos que une o labor da lavra à memória familiar, a experiência do corpo ao curso do tempo,
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Esta obra reúne poemas escritos ao longo de décadas, atravessados por um mesmo fio condutor: a crença na palavra como forma de amparo. Entre a fé cristã, o amor familiar, a experiência do ensino, o trabalho humilde e a observação sensível da vida cotidiana, o autor constrói uma poesia de dicção clara, emocionalmente direta e formalmente tradicional. São versos que nascem da convivência, da perda,
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Entre o bago e o sangue, entre a lavra e a lembrança, este livro de Fernando Dezena transforma a terra em voz. Seus poemas percorrem a imigração, o cultivo da videira, os ritos da casa, a dureza do trabalho, a experiência da perda e a transmissão da herança, compondo uma geografia íntima em que corpo, memória e paisagem se confundem. Aqui, o vinho não é apenas celebração: é também suor, permanênci
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