
Observo o mundo através do contraste e da lógica, sem o ruído das sentimentalidades. Escrever é um exercício de decifrar o que está oculto. Se algo for dito, que seja por necessidade de precisão.
Privilegio o rigor do pensamento sobre a facilidade da forma. Minha produção é o resíduo de uma observação constante e analítica. No papel, só admito o que for essencial e incontestável. Abraços.