
Escrevo para transformar sentimentos em palavras e silêncios em versos. Desde cedo encontrei na escrita um refúgio e uma forma de me entender melhor e talvez, de fazer com que outros também se encontrem nas entrelinhas. A poesia é o meu jeito de olhar o mundo, de curar o que dói e celebrar o que floresce. Cada texto é um pedaço de mim, entregue com sinceridade a quem decidir ler.

“As coisas que quase me mataram também foram as que mais me ensinaram a viver.” O Som das Coisas que Quase Me Mataram é uma travessia poética entre memórias, feridas e recomeços. Nas páginas deste livro, Emily Vette transforma dor em arte e vulnerabilidade em força — escrevendo sobre o que é sobreviver a si mesma e, ainda assim, escolher continuar. Cada texto é um pedaço de alma, uma confissão
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