

Há memórias que não desaparecem — apenas perdem o som. Em "O som do que se esquece", um narrador atravessa dias silenciosos, objetos que resistem ao tempo e gestos mínimos que carregam o peso da ausência. A narrativa se constrói a partir do que não é dito, do que se repete, do que insiste em permanecer mesmo quando as palavras falham. Este é um livro sobre vínculos frágeis, sobre o tempo e sobre
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