Um pouco sobre mim
Escritora por falta de opção , a única coisa que me distrai e me faz esquecer daquela dor no peito. Em 'O Diário de uma Estúpida Lagosta Azul', exploro a geometria da estranheza: aquele ponto exato onde o mundo parece falar uma língua que eu esqueci de aprender. Minha escrita não é um mapa, é o registro de uma ecdise — a tentativa desajeitada de trocar de pele enquanto o mar insiste em ser profundo demais. Entre o silêncio e o ruído, prefiro o registro do que é cru, bizarro e inevitavelmente humano.