

Vivemos em uma era profundamente moldada pela angústia da urgência. Nossos olhos, acostumados às luzes trêmulas das telas e às respostas em frações de segundos, aprenderam a medir o valor de qualquer esforço pela velocidade dos resultados. Queremos investir na segunda-feira e colher os lucros na sexta. Plantamos uma semente pela manhã e, ao final da tarde, nos frustramos por não encontrar a sombra
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