
Sou paulistano, engenheiro civil e autor de livros de ficção. Minhas histórias são policiais, nos moldes tradicionais, com escrita marcada por linguagem envolvente e temas instigantes, que cativam pela profundidade e ritmo, invariavelmente, ensejando o raciocínio lógico. Gosto de explorar os limites entre o habitual e o inesperado, desafiando as zonas de conforto.
Qual trama ainda não foi utilizada? Que padrão não foi quebrado? Qual lugar não ambientou uma história? Busco sempre ter como referência a quebra de paradigmas, ensejando algo inédito ou diferente em minha escrita.
Bora conhecer?

A OITAVA ARTE (Crimes Impossíveis). Sinopse do livro preterido por uma editora tradicional (azar o dela). --- Poderíamos denominar de “oitava”, a arte dos “crimes impossíveis”? Quem sabe, pois acima da violência implícita, da morte como palco e do inevitável sofrimento, está o quebra-cabeças, o desafio, a chamada ao raciocínio lógico, para os quais são convidados os leitores. Esta é, na verdade —
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