
Sou alguém que escreve por necessidade e sente por natureza. Acredito que a literatura é o espaço onde o caos se organiza e onde as feridas ganham o direito de se transformar em narrativa.
Minha escrita é movida pelo que transborda: os encontros, os desencontros, a saúde mental e os labirintos da entrega emocional. Não busco oferecer respostas prontas, mas sim compartilhar a verdade crua de quem não sabe sentir pouco e usa as palavras como bússola para navegar pelas complexidades humanas.
Escrevo para dar voz ao silêncio e para lembrar que toda história, por mais dolorosa que seja, merece um lugar no papel para que finalmente possa descansar.