
Dalvan da Silva Filho nasceu em 6 de dezembro de 1966, no bairro de Marechal Hermes, Rio de Janeiro. Iniciou sua trajetória artística em 1986, quando conheceu a arte naïf por meio de Lucien Finkelstein, fundador do Museu Internacional de Arte Naïf do Brasil (MIAN), que o incentivou a desenvolver seu talento.
Autodidata, deixou a carreira de técnico em mecânica para se dedicar integralmente à pintura. Sua obra destaca-se pela forte crítica social, retratando temas como violência urbana, desigualdade, meio ambiente e cidadania, além de paisagens e cenas emblemáticas do Rio de Janeiro. Também aborda episódios históricos e temas religiosos, sempre com linguagem clara, cores vibrantes e narrativa direta, características marcantes da arte naïf.
Entre suas obras de destaque estão Quebra-quebra na Cinelândia, Caos urbano, Morte de Chico Mendes e a série Não enterrem a natureza. Participou de importantes exposições, como a Bienal Naïfs do Brasil (1996) e a Trienal de Arte Naïf de Bratislava, além de realizar mostras individuais no MIAN e no Espaço Cultural dos Correios. Seus trabalhos integram coleções particulares no Brasil e no exterior.
Reconhecido pela autenticidade e pelo engajamento social, Dalvan Filho constrói uma crônica visual do cotidiano brasileiro, aliando crítica, sensibilidade e esperança em composições de forte identidade popular.

Essa ideia, me veio, quando eu observava uma técnica de literatura chamada Aldravia, de um grupo mineiro. A Aldravia é uma técnica que consiste em: 6 palavras poéticas; uma em cima da outra; centralizadas; sendo tudo minúsculo, a não ser quando for um nome próprio, que sempre começa com a letra maiúscula. Eu observava e pensava, porque não 8 palavras, ou então 10. Associei logo a polígonos e vi qu
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Neste livro, encontraremos 10 contos e a definição do que é essa arte. Como o povo brasileiro, ela é o sincretismo de todas as artes, misturando poesia com dança, cinema com teatro e assim por diante. E, ainda, ilustrações do artista visual Dalvan Filho, um expoente da arte naïf brasileira. O livro é uma coletânea desses trabalhos feitos com literatura infantil, que é a nova paixão do artista. Com
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Trata-se de uma fábula de valores, em que os personagens são a personificação de: Sentimentos, emoções, do abstrato, etc. A história fala de um momento em que a Vaidade decide dar uma volta na Terra da Luz e encontra a D. Humildade, que trabalhava em sua fazendinha. Elas tem uma discussão onde uma dela recebe uma lição.
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