

Em meus anos de prática clínica nesta Amsterdã vibrante e, por vezes, cruel, sentei-me diante de centenas de almas que buscavam nos canais da cidade uma liberdade que acabava em correntes. Eu não conheço o sabor da substância, mas conheço o cheiro do desamparo que leva a ela.
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Vivemos em uma sociedade marcada pela busca incessante por alívio. Evitar o sofrimento tornou- se quase uma regra de sobrevivência emocional. No entanto, na prática clínica, é possível observar que, muitas vezes, é justamente a dor psíquica que abre espaço para a transformação subjetiva, tornando-se uma espécie de portal para o nascimento de um novo sentido — um propósito.
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