
Sou Céu, escritora e poeta.
Sou intensa — e talvez seja justamente por isso que a dor sempre tenha encontrado espaço naquilo que escrevo. Gosto de explorar o que existe por trás dos sentimentos, das contradições humanas, das feridas e das coisas que nem sempre conseguimos nomear.
Minha escrita é atravessada por tudo aquilo que desperta minha curiosidade: filosofia, psicologia, ocultismo, simbolismos, comportamento humano e as inúmeras formas de interpretar a existência. E, de alguma maneira, até a tecnologia acabou encontrando seu lugar nessa mistura.
Não gosto de me prender a um único tema ou gênero. Acredito que tudo o que aprendo pode, em algum momento, encontrar seu caminho para dentro de um livro — às vezes de forma evidente, às vezes escondido entre metáforas, símbolos e pequenas descobertas.
Quero que cada livro carregue alguma parte do que aprendi, do que senti, do que questionei e do que ainda não consegui compreender.
As Quatro Estações para o Fim é apenas o começo.

Todo fim começa muito antes de terminar. Às vezes, começa com uma paixão. Cresce como uma promessa. Torna-se uma imagem perfeita demais para ser verdadeira. Até que a realidade chega — e aquilo que parecia eterno começa a desmoronar. As Quatro Estações para o Fim atravessa esse percurso em quatro movimentos: Paixão, Idealização, Despertar e Reconstrução. Quatro estações para contar a história de
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