
Antes de tudo, uma alma sensível que encontrou na escrita um refúgio — e, ao mesmo tempo, um destino. Amante confessa das palavras — seja elas em português ou em outros idiomas, cultivo desde cedo o hábito quase sagrado de registrar pensamentos, sentimentos e devaneios em seus diários, como quem conversa com o próprio espírito.
Noveleira de carteirinha — daquelas que se permitem sentir cada cena como se fosse real —, eu carrego em mim uma imaginação vívida, intensa e profundamente emocional. Minhas histórias nascem desse universo interno rico, onde amor, dor, desejo e mistério se entrelaçam com uma delicadeza quase visceral.
Sonhadora por essência — a dreamer, como diria em inglês, una soñadora em espanhol, une rêveuse em francês —, eu acredito no poder invisível das ideias, na energia que move os pensamentos e na capacidade de transformar sentimentos em narrativas que tocam a alma de quem lê.
Escrever, para mim, não é apenas um ato criativo — é um chamado. É a forma mais pura de dar voz ao que transborda aqui dentro. Meu maior sonho, agora em plena expansão, é tornar-me uma grande escritora, daquelas que não apenas contam histórias, mas deixam marcas indeléveis no coração de seus leitores.
Entre páginas e emoções, sigo construindo, com coragem e sensibilidade, o meu lugar no mundo — palavra por palavra, sonho por sonho.

NA CAPADÓCIA, ATE O CEU PARECE CONSPIRAR: balões ascendem leves ao amanhe-cer, enquanto segredos precipitam-se pesados sobre a terra. Isabela Öztürk é arrancada do Brasil para cumprir um casamento arranjado com Aslan Çelik - um homem de beleza inquietante, tão magnético quanto indecifrável. Na imponente mansão da família, portas trancadas ocultam histórias que ninguém ousa pronunciar, e cada corre
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