

Há livros que pedem fôlego. Tudo em órbita transforma o caos em prosa poética e vira um percurso que atravessa temas como imperfeição, corpo, solidão e esperança. Inevitavelmente, o amor vira centro e matéria viva, até que a linguagem vire lar. Ao tratar a palavra como um gesto vital de comunicação e pertencimento, o livro se torna um convite: reconhecer aquilo que a gente jurava ser só nosso e ac
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