
Sou Anderson Lima. Escrevo a partir daquilo que vivo, lembro, perco, observo e tento compreender.
Minha escrita nasce das relações, da família, da paternidade, do trabalho, das contradições e das pequenas coisas que acabam dizendo muito sobre quem somos.
Não escrevo para dar respostas. Escrevo porque, às vezes, é no papel que consigo fazer as perguntas certas.

Poema de Autoficção é o retrato íntimo de um homem que passou a vida inteira acreditando que precisava ser útil para merecer permanecer. Entre trabalho, família, doença, exaustão, racismo silencioso, culpa e responsabilidade, Anderson Lima transforma experiências pessoais em uma narrativa sobre o peso de continuar funcionando quando tudo por dentro já começa a falhar. Ao longo de vinte e dois ca
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