
Alan Santos de Oliveira é doutorando em Desenvolvimento Regional do Programa de Pós-graduação em Desenvolvimento Regional (PPGDR) da Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC). Possui mestrado em Educação pela Universidade de Uberaba (UNIUBE).
É pós-graduado com título de MBA em Comunicação Empresarial pela União Pioneira de Integração Social (UPIS) e com títulos de especialista em Direito Público, em Políticas Públicas em Educação, em Pedagogia Social e em Educação Especial e Inclusiva pela Faculdade Norte-Sul (FANS). É bacharel em Ciência Política e Relações Internacionais pelo Centro Universitário Internacional (UNINTER) e em Secretariado Executivo pela União Pioneira de Integração Social (UPIS). Possui licenciaturas em Pedagogia pela Faculdade Aliança do Maranhão (FAMAR) e em Geografia e História pelo Centro Universitário Cidade Verde (UNICIV).
Prestou consultoria em projeto de educação para a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO)/Programa Alfabetização Solidária (ALFASOL). É avaliador de cursos e universidades integrante do Banco de Avaliadores do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (BASIS) do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), vinculado ao Ministério da Educação (MEC).
Atua como docente no Centro Universitário de Patos de Minas (UNIPAM), onde também atua como membro do Comitê de Ouvidoria. É secretário-geral do Centro Universitário de Patos Minas (UNIPAM), mantido pela Fundação Educacional de Patos de Minas (FEPAM). Atua como parecerista técnico da Editora InterSaberes. É CEO da Vitrine Política (vitrinepolitica.com.br).
Foi presidente do Fórum Nacional de Ouvidores Universitários e de
Hospitais de Ensino (FNOUH) entre os anos de 2012 e 2018. É autor de livros,
capítulos de livros e artigos publicados nas áreas de educação (com ênfase em
avaliação institucional e formação de professores), política (com ênfase em
ouvidorias, democracia, participação e cidadania) e em gestão (com ênfase em
sistemas de gestão integrada).

No Brasil, o orçamento público deixou de ser ferramenta de governo para se tornar campo de batalha. Em “Presidencialismo de Colisão: como a atuação do Centrão afeta a governabilidade e ameaça a democracia brasileira”, Alan Santos de Oliveira revela como o Centrão — bloco heterogêneo, sem ideologia e movido apenas pelo pragmatismo — sequestrou o controle dos recursos públicos e transformou emendas
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