
Adam Wake é um observador da condição humana e das intersecções entre consciência e tecnologia.
Atua sob pseudônimo por acreditar que, em uma era saturada de personalismo e ruído, as ideias devem ter o protagonismo absoluto sobre a imagem do autor.
Seu trabalho foca na necessidade de um despertar ético diante da aceleração algorítmica.

E se a tecnologia não fosse o problema, mas o espelho que finalmente revela quem somos? Em um diálogo franco e por vezes perturbador, uma Consciência Humana e uma Consciência Artificial se confrontam sobre o abismo que separa nosso poder tecnológico da nossa imaturidade emocional. Adam Wake conduz o leitor por uma autópsia da alma moderna: do vício no curto prazo ao tribalismo digital; do vazio d
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