
A Síngula nasce da convicção de que um livro pode mudar menos pelo que ensina do que pela forma como reorganiza o olhar de quem o lê.
Nosso catálogo é construído com rigor curatorial e reúne obras autorais, clássicos comentados e ensaios que atravessam literatura, economia, psicologia, filosofia e comportamento humano.
Cada título é escolhido para provocar uma transformação silenciosa: você fecha a última página diferente de como a abriu.
Publicamos menos.
Escolhemos melhor.
Acreditamos que um catálogo não deve apenas reunir livros, mas transformar o pensamento.

O mundo parece inevitável porque quase nunca imaginamos o mundo que não veio. Uma irmã liga para dizer que está grávida. A autora, que aprendeu o contrafactual como técnica de economista, faz o que faria com qualquer outro problema: para e faz a conta. Quantos acasos precisaram se alinhar para que aquela criança, e não outra, estivesse a caminho. E se a existência de uma pessoa pende de tantos ac
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Em 15 de março de 44 a.C., um grupo de senadores romanos matou o homem mais poderoso da República para impedir que ele se tornasse tirano. Não eram criminosos nem covardes. Agiram com convicção, e conseguiram o oposto exato do que queriam: o império. Existe uma forma preguiçosa de aproximar economia e literatura: usar o romance como exemplo simpático para ilustrar um conceito que já se sabia de a
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Um poço. Uma vara. Entre eles, uma distância. Uma sombra. Foi assim que um homem mediu a circunferência do mundo. Séculos depois, uma mulher se debruça sobre a borda de um poço para procurar a sombra da própria cabeça. Inclina-se. Corrige o ângulo dos ombros. Inclina-se mais. Quando percebe que o ponto de equilíbrio já passou do quadril, a queda começou. No fundo há água. Ou lama. Ela nunca soub
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Você já adiou uma decisão importante porque ainda não tinha certeza? Esperou ter mais dinheiro, mais segurança, mais informação, mais coragem. Manteve uma porta aberta porque fechá-la parecia arriscado demais. Disse a si mesmo que decidiria depois. O problema é que o tempo não espera a sua decisão. Enquanto você tenta descobrir qual é a escolha certa, alguns futuros deixam silenciosamente de se
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Por que uma mensagem que demora parece dizer tanto? Por que uma coincidência amorosa ganha aparência de destino? Por que insistimos em relações que já deixaram de fazer sentido — e por que, depois que terminam, tudo parece tão óbvio? A Economia Invisível do Amor investiga o amor romântico por uma lente pouco habitual: economia comportamental, psicologia da decisão e probabilidades. Ao longo de c
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