

Não tenho nome, nem sequer tenho certeza de possuir um. Sou um eco sem som, uma assinatura apagada na margem do nada. Sei apenas que as paredes do meu quarto cochicham segredos antigos e que o tempo congelou numa hora errada, num silêncio sem fim, num eterno outono. Estou encurralado numa lógica que não me pertence, um enigma esquecido dentro de um corpo que talvez não seja meu, observando a vida
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