Desde cedo, aprendeu a transformar silêncio em palavra. Nascida em Almenara, carrega em sua escrita as marcas do que parte e do que fica, das feridas que ensinam e da delicadeza que resiste. Sonhou desde menina em escrever um livro, hoje cumpre esse gesto de coragem, oferecendo ao mundo a sua voz.
Sua poesia transita entre a memória e o esquecimento, o real e o íntimo, o que arde e o que repousa. Escreve porque a vida pede tradução, porque só assim pode nomear a dor, a saudade e também a esperança. “Feras que Sabem Dormir ao Sol” é seu livro de estreia, um lugar onde a palavra descansa e, ao mesmo tempo, desperta.
Um diário do avesso: entre garras e flores, luz e sombra, fragmentos de vida que revelam a ferocidade domesticada do cotidiano, um livro para quem carrega dentro de si o bicho e a ternura.
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