
Noa
Kire não escreve.
Ela
observa.
E
quando decide falar, é tarde demais para quem está sendo descrito.
Suas
histórias não são ficção — são confissões que ainda não foram cometidas.
Homens
como Marco Rossi a leem e se perguntam: “Ela sabe de mim?”
Mulheres
como Helena a encontram e sussurram: “Finalmente, alguém que fala a minha
língua”.
Não
há fotos.
Não
há voz.
Apenas
as palavras.
E
elas não perdoam.
Elas
condenam.
Noa
Kire.
O
nome que você não esquece.
Mesmo
quando tenta.