
Me chamo Miguel Augusto, nasci em 2009, na cidade de Campinas, São Paulo.
Desde pequeno, por volta dos 7 anos, comecei a criar histórias. Eram pequenos contos de fantasia, bobos e criativos, que logo evoluíram para narrativas de terror, mais complexas e surpreendentes. Como autor autista, a escrita e o desenho sempre foram o meu refúgio deste mundo caótico e barulhento; um lugar onde eu podia registrar meus pensamentos e sentimentos, mas, acima de tudo, a minha perspectiva de mundo, que nem sempre era fácil de expor em conversas comuns, mas que ganhava vida através das histórias.
Recentemente, me descobri na poesia. Nela, busco trazer pontos de vista sobre situações que todos nós temos em comum, mas que nem sempre são discutidas com a frequência que deveriam. Meu maior desejo é que cada livro, cada história e cada personagem que eu escrevo possa, de algum jeito, encontrar um lugar no coração dos meus leitores. Espero que minhas páginas ofereçam a você, assim como as histórias me ofereceram anos atrás, o refúgio que eu tanto precisava.

Poesia Em Alto Mar é formado por poemas de sentimentos que se recusaram a ficar apenas como sensações físicas e transbordaram para o papel. Fala das dores com as quais convivemos durante a vida, que escondemos e reprimimos, dos amores que naufragaram, das identidades sufocadas, da fé questionada e das esperanças que resistem, mesmo quando tudo parece se afogar. Também aborda muitos temas discutido
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Abaixo da tão renomada fábrica de brinquedos da PlayTime Company, existe uma cúpula metálica com seu próprio ecossistema distópico, ou, como alguns preferem chamar, "O Berçário". As crianças que vivem ali não sabem o que é real. Conhecem apenas o artificial, as árvores de papelão e o céu de tinta pintado sobre uma parede de metal. Aos poucos, os horrores cometidos pela empresa vazam para dentro d
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