

AVOAR: poema potente de resgate das memórias da criança criada no quintal dos avós. Emociona a descrição da avó mágica que, em meio aos abismos da rotina, fazia cafuné com varinhas de condão. As lembranças do avô permanecem em películas de um filme inacabado. A criança cresce e se torna poeta. Faz as palavras voarem como os pássaros que sobrevoaram o sertão da sua infância.
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