
Marcio Baraco é candango com coração goianiense, nasceu em belzonte mas fala meio paulista, aprendeu a dançar em Curitiba e a politicar em Recife, recentemente tem sido avistado no Rio de Janeiro. Se considerava um grande viajador até que a Índia lhe deu um banho de humildade.
Tinha um avô cientista e outro músico, e até um bisavô que fez universidade, tipo um bilhão de anos atrás. Sua irmã mora na Austrália. Adotou Baraco como sobrenome em homenagem ao seu pai.
Fez curso técnico de mecânico, mas era muito ruim no torno. Doutor em Design, participou de tantos congressos da áera que começaram a dizer que ele era o Forrest Gump do design. Faixa azul de Krav-Magá, praticante de Contact Improvisation. Aprendeu inglês lendo livro de RPG e espanhol mochilando na Latinoamérica.
Blogueiro, podcaster, fanzineiro, programador de meia tigela, entusiasta de linux, partidário de anarquismos, encimadomurista convicto. Na maior parte das escalas de nerdice, está no nível mais alto. Adora descobrir alguma tendência anos antes dela bombar, e perder o interesse justo quando a coisa fica lucrativa. Até desenha bem, mas prefere fazer uns rabiscos feios de propósito.
Diagnosticado tardiamente com Autismo nível 1, vulgo antigo Asperger. Não esconde um certo aspie pride, (inclusive, hiperlexia is a thing). Fica se perguntando se sua estranheza é TEA, ou lua em aquário, ou só rebeldia mesmo. Se consola com Raduan: "No pardieiro que é esse mundo..."
Nascido com uma alma de velho, foi rejuvenescendo com o tempo, e acabou se tornando um pouco inimigo do fim. Ou nem tão pouco. Tenta caprichar nas fantasias de carnaval, mas sofre com a pressão da galera achando que ele vai se superar todo ano. Ama música eletrônica mais que qualquer coisa, e quer sempre todos os BPMs. Todos.