
Marcela Sobreira, é natural do Rio de Janeiro, bacharel em Administração, licenciada em Pedagogia e psicanalista clínica. Esposa de pastor, educadora e escritora, construiu sua trajetória entre a educação, a fé, o cuidado com pessoas e o desejo de compreender aquilo que existe por trás das histórias que cada um carrega.
Há cerca de 30 anos, atua junto a pessoas de diferentes fases da vida, especialmente por meio do trabalho com jovens, mulheres e famílias. Ao longo dessa caminhada, também acompanhou processos de reconstrução pessoal, ajudando pessoas a compreenderem seus conflitos, resgatarem a própria identidade e encontrarem novas possibilidades para suas histórias.
Sua escrita nasce justamente desse lugar: entre a experiência e o conhecimento, entre a fé e as perguntas, entre aquilo que vivemos e aquilo que fazemos com o que vivemos.
Em seu primeiro livro, A Menina que Aprendeu a Sobreviver — E a mulher que descobriu que podia viver, Marcela transforma memórias pessoais em uma reflexão sobre identidade, pertencimento, feridas emocionais, mecanismos de sobrevivência e a coragem de descobrir que sobreviver não precisa ser o destino final.
Sua obra é destinada a quem, em algum momento, percebeu que passou tanto tempo tentando ser forte, caber em lugares ou cuidar de todos que acabou se afastando de si mesma.
Marcela acredita que algumas histórias não precisam ser apagadas para serem ressignificadas, precisam ser compreendidas.
Além dos livros, compartilha reflexões sobre fé, comportamento, relacionamentos e vida real em @marcela_sobreira.

A Menina que Aprendeu a Sobreviver é uma narrativa de memória, fé e reconstrução emocional sobre uma mulher que passou boa parte da vida tentando ser forte, pertencer e merecer amor. Entre as marcas da infância, os desafios dos relacionamentos, a maternidade, o casamento, a fé, o ministério, o diagnóstico tardio, as perdas e o luto, Marcela Sobreira revisita sua própria história para compreender
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