
Lucas Miguel Alves Mourato nasceu em 2012, em Afogados da Ingazeira, Pernambuco, e cresceu em Jabitacá, distrito de Iguaracy, no sertão do Pajeú.
Desde a infância, demonstrou uma imaginação intensa e um interesse natural pela criação de histórias. Antes mesmo de escrever, passava horas construindo universos, personagens e narrativas próprias, transformando a imaginação em um espaço de expressão e pertencimento. A escrita surgiu como uma extensão desse processo criativo, tornando-se, ao longo dos anos, sua principal forma de arte.
Sua relação com a literatura é marcada pela espontaneidade e pela emoção. Para Lucas, escrever não consiste apenas em planejar narrativas, mas em permitir que sentimentos, reflexões e experiências encontrem voz através das palavras. Seus textos exploram temas como identidade, memória, ausência, dor, afeto, pertencimento e transformação, sempre buscando provocar reflexão e envolvimento emocional.
Lucas define sua escrita por três palavras: vulcânica, intensa e surpreendente. Vulcânica porque nasce de erupções emocionais, transformando sentimentos em narrativa com força e espontaneidade. Intensa porque cada obra carrega fragmentos de suas inquietações, sensibilidades e percepções do mundo. E surpreendente porque, mesmo quando existe um planejamento prévio, a história frequentemente segue caminhos inesperados, conduzida pelos próprios personagens e pela força da criação.
Autor de diversos projetos literários, escreveu as obras Escolas Rivais, Escolas Rivais 2, Um Soluçar de Dor, Diante da Mesa, Um Romance entre Sol e Lavanda, Vésperas às Flores e Latino de Barro, além de outros trabalhos em desenvolvimento.
Entre suas publicações, destacam-se Escolas Rivais, Um Soluçar de Dor e Diante da Mesa, lançados pela UICLAP — Editora Autores Independentes.
Lucas acredita na literatura como uma forma de expressão capaz de transformar sentimentos em permanência. Sua escrita é guiada pela busca de narrativas que surpreendam, inquietem e permaneçam na memória do leitor, valorizando a experiência emocional acima de fórmulas ou convenções.
Atualmente, continua desenvolvendo novos projetos literários, dedicando-se à construção de histórias que unem imaginação, sensibilidade e identidade autoral. Para ele, escrever é mais do que contar histórias: é habitar universos, dar forma às emoções e criar espaços onde leitores possam reconhecer partes de si mesmos.