
OOlá! Eu sou o Kerllon Kelvin, tenho 17 anos e sou natural de Brumadinho, MG. Minha jornada com as palavras me levou a publicar dois livros e, agora, estou vivendo um momento muito especial na minha vida.
Em maio, lanço aquele que será o meu último trabalho literário: a continuação de "A Vida na Chácara 2". Preparei essa história com todo o meu carinho para que fosse algo surpreendente.
Vivemos momentos que ficarão guardados para sempre. Cada risada, cada desafio superado e cada amizade fortalecida nos corredores da escola construíram a base do que somos hoje. Essa jornada, que começou com timidez e incertezas, transformou-se em uma trajetória de união e memórias inesquecíveis.
E preparem o coração: o capítulo final da chácara está chegando no dia 18 de maio. Após capítulos excelentes que vivemos juntos, este promete ser o ponto alto de nossa trajetória, encerrando essa fase de uma forma profundamente emocionante.

Um minuto pronto: Uma criança de 8 anos começa a ouvir pensamentos em sua cabeça, caso ela não fizesse ela teria coisas ruins para sua vida. Chegando em sua adolescência em 2024, Kerllon, não quer ouvir mais esses pensamentos, até que o grande monstro começa a invadir mentes de outras pessoas e mexendo com sua memória favorita delas fazendo até elas morrerem. Espero que gostem. Kerllon Kelvin.
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O que acontece quando a tecnologia que domina nossas vidas simplesmente desaparece? No livro "A Vida na Chácara: Onde a tecnologia não habita," fala sobre os adolescentes Gabriel, Kerllon e Rafael que descobrem uma chácara afastada da cidade. Eles se veem em um mundo onde a internet, os jogos e as redes sociais não existem. Sem as distrações digitais, eles têm a oportunidade de viver experiências
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Gabriel, Kerllon e Rafael vivem a recompensa do primeiro livro: a felicidade construída com o trabalho manual e as conquistas da chácara. No entanto, essa paz é abalada quando surge a notícia de que a propriedade pode ser vendida para uma grande empresa de tecnologia. Diante do risco de perder tudo o que construíram, os adolescentes precisam agir rápido para proteger não apenas a terra, mas o modo
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