

Em 2012, Kelly colocou uma mochila nas costas e partiu rumo à Europa sem imaginar que aquela viagem mudaria muito mais do que seu destino no mapa. Entre trens, cidades desconhecidas, frio intenso, encontros inesperados e desafios pelo caminho, cada passo revelava novas paisagens — por fora e por dentro. Ao longo da jornada, surgiu uma pergunta antiga, conhecida como o paradoxo do Navio de Teseu:
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